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XV Torneio Internacional em Cadeira de Rodas
Desporto

Realizou-se nos dia 10 e 11 de Outubro no Pavilh√£o Municipal Manuel Castelbranco,¬†o 15¬ļ Torneio Internacional de Basquetebol em Cadeiras de Rodas.

Para o 1¬ļ lugar do torneio, assistiu-se a um jogo emocionante¬†entre as duas melhores forma√ß√Ķes a¬†Sele√ß√£o Nacional e a equipa Espanhola Mideba de Badajoz que,¬†s√≥¬†foi derrotada¬†nos¬† segundos finais por um ataque r√°pido da Sele√ß√£o Nacional que, concretizou o cesto da vit√≥ria mesmo em cima do apito final.

Nos restantes lugares¬†a equipa de Leiria¬†conseguiu o 3¬ļ lugar ficando a APD¬†Lisboa em 4¬ļ lugar.

Alguns momento do torneio, vistos pela fotografa Sandrina Cardoso.

O basquetebol em cadeira de rodas, visto pela objectiva da fotojornalista Mariana Fernandes.

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APD ABANDONA COMISSÃO PARA A DEFICIÊNCIA

A Direc√ß√£o Nacional da APD decidiu p√īr termo √† participa√ß√£o da Associa√ß√£o na Comiss√£o para a Defici√™ncia, criada por Despacho do Secret√°rio de Estado da Solidariedade e da Seguran√ßa Social, por considerar que esta Comiss√£o n√£o cumpre a os objectivos que lhe foram atribu√≠dos, que o seu car√°cter transit√≥rio j√° se prolongou demasiado no tempo e, ainda, que foi sendo sucessivamente desvalorizada pelo Secret√°rio de Estado da Solidariedade e da Seguran√ßa Social.

Tendo a Comiss√£o sido criada para assegurar a participa√ß√£o das organiza√ß√Ķes representativas das pessoas com defici√™ncia ‚Äúna implementa√ß√£o, desenvolvimento e acompanhamento dos dispositivos legais, das pol√≠ticas e em outros processos de tomada de decis√£o em quest√Ķes relacionadas com as pessoas com defici√™ncia.‚ÄĚ, o certo √© que as pol√≠ticas foram sendo adoptadas pelo Governo sem consulta pr√©via da Comiss√£o e, na esmagadora maioria dos casos, estas pol√≠ticas n√£o melhoraram a vida dos cidad√£os com defici√™ncia. De real√ßar que as propostas da APD sobre mat√©rias para serem tratadas nas reuni√Ķes da Comiss√£o n√£o foram consideradas.

Em Outubro de 2014, a APD oficiou o Sr. Secretário de Estado dando nota da sua incomodidade em continuar a participar na Comissão para a Deficiência, considerando que o Despacho que a criou afirmava o seu carácter transitório, até à publicação do diploma de constituição do Conselho Nacional para as Políticas de Solidariedade, Voluntariado, Família, Reabilitação e Segurança Social, o que ainda não se verificou. Este ofício não mereceu qualquer resposta por parte do Sr. Secretário de Estado.

Recentemente foi convocada uma reuni√£o da Comiss√£o, n√£o pelo Gabinete do Secret√°rio de Estado da Solidariedade e da Seguran√ßa Social, como at√© √† data foi norma, mas pelo Presidente do INR, I.P. Inicialmente a Comiss√£o era presidida pelo Secret√°rio de Estado da Solidariedade e da Seguran√ßa Social que convocava, tendo depois vindo a ser presidida pelo Chefe de Gabinete do Secret√°rio de Estado, que convocava. Esta √ļltima convoca√ß√£o, feita atrav√©s do INR, I.P., enfatiza a pouca relev√Ęncia atribu√≠da pelo Sr. Secret√°rio de Estado ao √≥rg√£o de consulta para a √°rea da defici√™ncia.

A Associa√ß√£o Portuguesa de Deficientes considera que √© urgente a cria√ß√£o de um √≥rg√£o de consulta das ONG de pessoas com defici√™ncia na depend√™ncia do Conselho de Ministros, j√° que sendo a defici√™ncia uma mat√©ria transversal n√£o faz sentido nem produz efeitos que esteja adstrito a um √ļnico Minist√©rio.

Lisboa, 28 de Setembro de 2015

 
Prémio Dignitas 2014 - 7ª Edição

A Associação Portuguesa de Deficientes, com o patrocínio da MSD e o apoio da Escola Superior de Comunicação Social, realizou no dia  5 de Maio de 2015, no Novo Auditório da Assembleia da Républica a entrega de prémios referente à  7ª edição do Prémio Dignitas, distinguindo os seguintes trabalhos publicados pela Comunicação Social durante o ano de 2014:

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Mais de Um milh√£o de Portugueses agraciados simbolicamente
Comunicados APD

                                  
Mais de um Milh√£o de Portugueses com Defici√™ncia ¬†¬†Simbolicamente ¬†Agraciados Hoje 4/6/2014, mais de um Milh√£o de Portugueses foram simbolicamente agraciados por Sua Excel√™ncia, o Senhor Presidente da Rep√ļblica Portuguesa, atrav√©s da atribui√ß√£o do T√≠tulo de Membro-Honor√°rio da Ordem do M√©rito √† Associa√ß√£o Portuguesa de Deficientes.

A Associa√ß√£o Portuguesa de Deficientes, a maior e mais antiga associa√ß√£o de pessoas com defici√™ncia em Portugal, de caracter universal, teve a honra de ver, mais uma vez, reconhecido o seu trabalho na defesa dos Direitos Humanos das pessoas com defici√™ncia, em Portugal e no mundo, nos √ļltimos 42 anos.

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Carta Aberta - Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

Exmo. Senhor Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Exmo. Senhor Ministro,

Foi com estupefacção que a APD teve conhecimento da passagem de trabalhadores do Instituto de Segurança Social (ISS) para requalificação e, ainda mais, contando-se entre estes, trabalhadores com deficiência.

√Č que, se por um lado o Governo tem manifestado preocupa√ß√£o com o n√ļmero de desempregados em Portugal, o que levaria o povo portugu√™s a pensar que ponderaria muito bem a adop√ß√£o de medidas que contribu√≠ssem para aumentar esse n√ļmero, por outro lado tem-se desdobrado em declara√ß√Ķes sobre a benevol√™ncia das pol√≠ticas em mat√©ria da defici√™ncia.

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Carta Aberta - Ministro dos Negócios Estrangeiros
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DOS NEG√ďCIOS ESTRANGEIROS

Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros

Recebeu a Associação Portuguesa de Deficientes o comunicado remetido pela Divisão de Direitos Humanos do Ministério a que V. Exa. preside e no qual é referido o compromisso do Governo Português para com a defesa e promoção dos direitos das crianças.

¬†Como V. Exa. bem sabe, em Portugal 1 em cada 3 crian√ßas est√° em risco de pobreza. √Č um flagelo que decorre das medidas de austeridade impostas ao povo portugu√™s nos √ļltimos anos.

O actual governo n√£o teve qualquer pejo em acabar com escal√Ķes do abono de fam√≠lia, em diminuir brutalmente o n√ļmero de benefici√°rios do rendimento social de inser√ß√£o, em reduzir os sal√°rios, em impor uma carga brutal de impostos sobre os rendimentos dos trabalhadores. O resultado √© ter aumentado o n√ļmero de pobres e agravarem-se as condi√ß√Ķes dos que j√° eram pobres.

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