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S.O.S.- Teleassistência CMLisboa
Noticias

    

 

  

A Câmara Munipal de Lisboa, lançou em 2012  a campanha S.O.S. Lisboa, sensibilizando a comunidade para a problemática dos idosos vulneráveis em Lisboa, através do nº 800.204.204.

Em Novembro de 2014 alarga o âmbito da teleassistência aos  portadores de deficiência ou doenças crónicas determinante de incapacidade igual ou superior a 60%.

Para obtenção deste serviço, deverá preencher o PEDIDO DE ADESÃO, anexando os documentos solicitados em rodapé do formulário e enviá-lo ou entregá-lo na Câmara Municipal de Lisboa ou as respectivas Juntas de Freguesia.

icon Teleassistência-Divulgação CMLisboa
icon Teleassistência - Folheto CMLisboa
icon Teleassistência - Pedido de Adesão

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Prémio Dignitas 2015 - 7ª Edição
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Prémio Dignitas

A Associação Portuguesa de Deficientes vai realizar no próximo ano o 7º Prémio Dignitas, patrocinado pela MSD e com apoio da Escola Superior de Comunicação Social.  O concurso decorre nos moldes idênticos aos anos anteriores, as publicações  terão necessariamente de ter sido editadas em português e publicadas durante o ano de 2014, abordando a àrea da deficiência.

Os prémios contemplam as àreas Imprensa, Rádio, Televisão e Jornalismo Digital.

O regulamento e ficha de inscrição estarão disponiveis brevemente.

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Carta Aberta - Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

Exmo. Senhor Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Exmo. Senhor Ministro,

Foi com estupefacção que a APD teve conhecimento da passagem de trabalhadores do Instituto de Segurança Social (ISS) para requalificação e, ainda mais, contando-se entre estes, trabalhadores com deficiência.

É que, se por um lado o Governo tem manifestado preocupação com o número de desempregados em Portugal, o que levaria o povo português a pensar que ponderaria muito bem a adopção de medidas que contribuíssem para aumentar esse número, por outro lado tem-se desdobrado em declarações sobre a benevolência das políticas em matéria da deficiência.

Quem, como é o caso das pessoas com deficiência, precisa de recorrer com frequência aos serviços da Segurança Social sabe bem que a falta de trabalhadores nestes serviços é um dos males de que padece o sistema. Os trabalhadores da Segurança Social foram-se reformando, sem que tivesse havido a preocupação de os substituir e quem recorre aos vários serviços perde um tempo precioso, por vezes dias, que poderia ser empregue a trabalhar para o desenvolvimento do País. Assim sendo, como se compreende que haja trabalhadores com experiência colocados em requalificação quando poderiam suprir as insuficiências sentidas nos serviços da Segurança Social.

É, no entender da APD, extremamente injusto que estes trabalhadores vejam diminuído consideravelmente o seu vencimento e preocupa-nos que esta possa ser a via para o seu despedimento, particularmente havendo entre eles trabalhadores com deficiência. V. Exa. sabe, é um facto apontado pelas Nações Unidas e pela Organização Internacional do Trabalho, que as pessoas com deficiência são as primeiras a serem despedidas e as últimas a serem contratadas. Se se concretizarem todos passos previstos na Lei será quase impossível que estes trabalhadores encontrem um novo emprego e haverá mais pessoas a engrossar o já vasto número de pobres em Portugal.

Face ao exposto, espera esta Associação que estes trabalhadores sejam rapidamente integrados nos serviços da Segurança Social mais necessitados de pessoal, a fim de manterem na íntegra o seu vencimento além de poderem dar o seu contributo para o funcionamento, nas melhores condições, destes serviços. A APD irá estar atenta ao desenvolvimento deste processo e manterá presente a palavra dada publicamente por V. Exa. de que não haverá lugar a despedimento destes trabalhadores.

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
Carta Aberta - Ministro dos Negócios Estrangeiros
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros

Recebeu a Associação Portuguesa de Deficientes o comunicado remetido pela Divisão de Direitos Humanos do Ministério a que V. Exa. preside e no qual é referido o compromisso do Governo Português para com a defesa e promoção dos direitos das crianças.

 Como V. Exa. bem sabe, em Portugal 1 em cada 3 crianças está em risco de pobreza. É um flagelo que decorre das medidas de austeridade impostas ao povo português nos últimos anos.

O actual governo não teve qualquer pejo em acabar com escalões do abono de família, em diminuir brutalmente o número de beneficiários do rendimento social de inserção, em reduzir os salários, em impor uma carga brutal de impostos sobre os rendimentos dos trabalhadores. O resultado é ter aumentado o número de pobres e agravarem-se as condições dos que já eram pobres.

A pobreza é em si mesma a negação dos mais elementares direitos humanos, desde logo porque as necessidades básicas não estão asseguradas. Sabe-se, também, que a pobreza faz aumentar a violência no seio da família e no exterior à família. Assim sendo, como pode o Governo Português afirmar o seu compromisso para com a defesa dos direitos das crianças? Quando se afronta a dignidade dos pais ao retirar-lhes os meios de subsistência e, consequentemente, se induz um sentimento de insegurança nas crianças, está a negar-se um dos princípios basilares da Declaração dos Direitos da Criança: “A criança gozará de uma protecção especial e beneficiará de oportunidades e serviços dispensados pela lei e outros meios, para que possa desenvolver-se física, intelectual, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.”

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
Mais de Um milhão de Portugueses agraciados simbolicamente
Comunicados APD

                                  
Mais de um Milhão de Portugueses com Deficiência   Simbolicamente  Agraciados Hoje 4/6/2014, mais de um Milhão de Portugueses foram simbolicamente agraciados por Sua Excelência, o Senhor Presidente da República Portuguesa, através da atribuição do Título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito à Associação Portuguesa de Deficientes.

A Associação Portuguesa de Deficientes, a maior e mais antiga associação de pessoas com deficiência em Portugal, de caracter universal, teve a honra de ver, mais uma vez, reconhecido o seu trabalho na defesa dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, em Portugal e no mundo, nos últimos 42 anos.

Este agraciamento, é um sinal inequívoco de que o trabalho voluntário, abnegado, árduo e continuado, em prol de princípios e valores, como a inclusão, a igualdade de oportunidades, a justiça e a solidariedade, é apartidário e não discrimina em função da idade, género, credos ou opção religiosa, orientação sexual nem de incapacidades ou deficiências.

A Associação Portuguesa de Deficientes, assim, agradece a todas as pessoas com deficiência e suas famílias, bem como a todos os portugueses e todas as portuguesas, entidades, instituições e organizações, que ao longo dos últimos 42 anos, têm colaborado neste trabalho de defesa e promoção dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, sobretudo quando a denuncia firme das situações de discriminação é politicamente incómoda ou social e culturalmente incompreendida.

A Presidente da Direcção Nacional Ana Sezudo Organização Não Governamental, fundada em 1972, com Estatuto de Utilidade Pública. Agraciada com o Prémio Direitos Humanos 2009 da Assembleia da República Portuguesa e com o título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito da República Portuguesa.

APD - Associação Portuguesa de Deficientes | Facebook

 
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       Publicação  Correio Manhã dia 31/5/2014

 
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