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Ciclo de Seminarios - Educar na e para a diversidade
Divulgação

 A educação inclusiva de estudantes sinalizados como apresentando apoios educativos e sociais especializados (AESE), vulgo NEE, tem assumido relevância educativa e social, exigindo da Escola respostas adequadas às características, interesses e necessidades. Na resposta educativa a estes estudantes, bem como no apoio às famílias, as Tecnologias de Apoio para a Inclusão (TAI) representam um contributo precioso, em particular nas áreas do desenvolvimento emocional, cognitivo e psicomotor, com impactes na inclusão escolar e social dos estudantes que necessitam de AESE, derrubando barreira à inclusividade e afirmando a Escola como espaço e tempo acessível a todos os que nela participam.

Contudo a formação neste domínio ainda se revela aquém das necessidades de educadores, professores e de outros agentes educativos. Pretendendo contribuir para ultrapassar lacunas formativas na área das TAI,  este curso de formação, organizado em seis seminários, pretende contribuir para a capacitação destes agentes educativos, de modo a fazerem cumprir um dos ideais da Escola inclusiva:  Ser um espaço e tempo  acessível de todos e para todos.

É em contexto de reflexibilidade crítica que surge o Ciclo de Seminários “Educar na e para a diversidade: Tecnologias de Apoio para a Inclusão (TAI)”, organizado pelo Centro de Formação de Escolas António Sérgio, com sede na Escola Secundária D. Dinis, em Lisboa. O Centro de formação assume este ciclo de Seminários como de particular importância para a  inclusão dos estudantes, particularmente dos que necessitam de AESE. Assumindo dimensão formativa, este ciclo de Seminários pretende dar corpo à reflexibilidade crítica e à partilha consistente de conhecimentos, de práticas e de experiências, com vista ao desenvolvimento profissional e pessoal de educadores, de professores e de outros agentes educativos, contribuindo para a afirmação de uma educação de qualidade.

Organizado em cinco Seminários, decorrerá entre 15 de abril e 3 de junho de 2015, em Lisboa, no auditório da Escola Sede do Centro de Formação de Escolas António Sérgio, Escola Secundária D. Dinis. Enquanto fórum transdisciplinar de discussão, este Ciclo de Seminários tem como público alvo educadores, professores, psicólogos escolares e outros agentes educativos, pretendendo reunir especialistas, investigadores, professores ou outros profissionais que debatam as TAI em contexto escolar, em Portugal, discutindo e partilhando conhecimentos e práticas.

icon Programa Educar na e para a diversidade

http://www.cfantoniosergio.edu.pt/
https://www.facebook.com/centroformacao.antoniosergio.7

 
Prémio Dignitas 2014 - 7ª Edição

A Associação Portuguesa de Deficientes, com o patrocínio da MSD e o apoio da Escola Superior de Comunicação Social, realizou no dia  5 de Maio de 2015, no Novo Auditório da Assembleia da Républica a entrega de prémios referente à  7ª edição do Prémio Dignitas, distinguindo os seguintes trabalhos publicados pela Comunicação Social durante o ano de 2014:

Prémio - Imprensa escrita e Prémio Dignitas:
"Falar com quem não consegue ouvir"
Jornalista Nélia Pedrosa - Diário do Alentejo
 

Prémio - Jornalismo Digital:
"Feridos em serviço descobrem uma nova vida na GNR"
Jornalista Sónia Simões - Observador


Menção Honrosa Rádio:
"O parque biológico da Serra da Lousã"
Jornalista Liliana Carona - Rádio SIM / Rádio Renascença

Prémio - Rádio:
"O Telhadinho"
Jornalista Cristina Lai Men - Rádio TSF

Prémio - Televisão:
"Um Olimpo diferente"
Jornalista Ana Leal - TVI


 

 

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Mais de Um milhão de Portugueses agraciados simbolicamente
Comunicados APD

                                  
Mais de um Milhão de Portugueses com Deficiência   Simbolicamente  Agraciados Hoje 4/6/2014, mais de um Milhão de Portugueses foram simbolicamente agraciados por Sua Excelência, o Senhor Presidente da República Portuguesa, através da atribuição do Título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito à Associação Portuguesa de Deficientes.

A Associação Portuguesa de Deficientes, a maior e mais antiga associação de pessoas com deficiência em Portugal, de caracter universal, teve a honra de ver, mais uma vez, reconhecido o seu trabalho na defesa dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, em Portugal e no mundo, nos últimos 42 anos.

Este agraciamento, é um sinal inequívoco de que o trabalho voluntário, abnegado, árduo e continuado, em prol de princípios e valores, como a inclusão, a igualdade de oportunidades, a justiça e a solidariedade, é apartidário e não discrimina em função da idade, género, credos ou opção religiosa, orientação sexual nem de incapacidades ou deficiências.

A Associação Portuguesa de Deficientes, assim, agradece a todas as pessoas com deficiência e suas famílias, bem como a todos os portugueses e todas as portuguesas, entidades, instituições e organizações, que ao longo dos últimos 42 anos, têm colaborado neste trabalho de defesa e promoção dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, sobretudo quando a denuncia firme das situações de discriminação é politicamente incómoda ou social e culturalmente incompreendida.

A Presidente da Direcção Nacional Ana Sezudo Organização Não Governamental, fundada em 1972, com Estatuto de Utilidade Pública. Agraciada com o Prémio Direitos Humanos 2009 da Assembleia da República Portuguesa e com o título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito da República Portuguesa.

APD - Associação Portuguesa de Deficientes | Facebook

 
Carta Aberta - Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

Exmo. Senhor Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Exmo. Senhor Ministro,

Foi com estupefacção que a APD teve conhecimento da passagem de trabalhadores do Instituto de Segurança Social (ISS) para requalificação e, ainda mais, contando-se entre estes, trabalhadores com deficiência.

É que, se por um lado o Governo tem manifestado preocupação com o número de desempregados em Portugal, o que levaria o povo português a pensar que ponderaria muito bem a adopção de medidas que contribuíssem para aumentar esse número, por outro lado tem-se desdobrado em declarações sobre a benevolência das políticas em matéria da deficiência.

Quem, como é o caso das pessoas com deficiência, precisa de recorrer com frequência aos serviços da Segurança Social sabe bem que a falta de trabalhadores nestes serviços é um dos males de que padece o sistema. Os trabalhadores da Segurança Social foram-se reformando, sem que tivesse havido a preocupação de os substituir e quem recorre aos vários serviços perde um tempo precioso, por vezes dias, que poderia ser empregue a trabalhar para o desenvolvimento do País. Assim sendo, como se compreende que haja trabalhadores com experiência colocados em requalificação quando poderiam suprir as insuficiências sentidas nos serviços da Segurança Social.

É, no entender da APD, extremamente injusto que estes trabalhadores vejam diminuído consideravelmente o seu vencimento e preocupa-nos que esta possa ser a via para o seu despedimento, particularmente havendo entre eles trabalhadores com deficiência. V. Exa. sabe, é um facto apontado pelas Nações Unidas e pela Organização Internacional do Trabalho, que as pessoas com deficiência são as primeiras a serem despedidas e as últimas a serem contratadas. Se se concretizarem todos passos previstos na Lei será quase impossível que estes trabalhadores encontrem um novo emprego e haverá mais pessoas a engrossar o já vasto número de pobres em Portugal.

Face ao exposto, espera esta Associação que estes trabalhadores sejam rapidamente integrados nos serviços da Segurança Social mais necessitados de pessoal, a fim de manterem na íntegra o seu vencimento além de poderem dar o seu contributo para o funcionamento, nas melhores condições, destes serviços. A APD irá estar atenta ao desenvolvimento deste processo e manterá presente a palavra dada publicamente por V. Exa. de que não haverá lugar a despedimento destes trabalhadores.

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
Carta Aberta - Ministro dos Negócios Estrangeiros
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros

Recebeu a Associação Portuguesa de Deficientes o comunicado remetido pela Divisão de Direitos Humanos do Ministério a que V. Exa. preside e no qual é referido o compromisso do Governo Português para com a defesa e promoção dos direitos das crianças.

 Como V. Exa. bem sabe, em Portugal 1 em cada 3 crianças está em risco de pobreza. É um flagelo que decorre das medidas de austeridade impostas ao povo português nos últimos anos.

O actual governo não teve qualquer pejo em acabar com escalões do abono de família, em diminuir brutalmente o número de beneficiários do rendimento social de inserção, em reduzir os salários, em impor uma carga brutal de impostos sobre os rendimentos dos trabalhadores. O resultado é ter aumentado o número de pobres e agravarem-se as condições dos que já eram pobres.

A pobreza é em si mesma a negação dos mais elementares direitos humanos, desde logo porque as necessidades básicas não estão asseguradas. Sabe-se, também, que a pobreza faz aumentar a violência no seio da família e no exterior à família. Assim sendo, como pode o Governo Português afirmar o seu compromisso para com a defesa dos direitos das crianças? Quando se afronta a dignidade dos pais ao retirar-lhes os meios de subsistência e, consequentemente, se induz um sentimento de insegurança nas crianças, está a negar-se um dos princípios basilares da Declaração dos Direitos da Criança: “A criança gozará de uma protecção especial e beneficiará de oportunidades e serviços dispensados pela lei e outros meios, para que possa desenvolver-se física, intelectual, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.”

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
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