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Prémio Dignitas 2014

Decorre até 31 de Março a apresentação de candidaturas à 7ª edição do Prémio Dignitas, uma distinção da Associação Portuguesa de Deficientes que conta com o apoio da MSD e da Escola Superior de Comunicação Social. As candidaturas deverão ser formalizadas junto da sede da Associação Portuguesa de Deficientes, pessoalmente ou por correio.

O Prémio Dignitas destina-se a premiar os melhores trabalhos, publicados ou difundidos nos órgãos de comunicação social portugueses, realizados por profissionais da comunicação social, subordinados ao tema da deficiência e que promovam a dignidade das pessoas com deficiência, os seus direitos humanos e a sua inclusão social.

Podem concorrer profissionais da comunicação social portugueses ou residentes em Portugal e as candidaturas poderão ser individuais ou coletivas. Podem igualmente candidatar-se ao Prémio Dignitas estudantes de Comunicação das Escolas Superiores e Faculdades de todo o País. Os trabalhos nas categorias de Jornalismo e de Estudante não são cumuláveis.

O Prémio Dignitas Jornalismo Universitário, distingue o melhor trabalho universitário desenvolvido por estudantes universitários, a título individual, e que tenham sido objeto de classificação pelo respetivo docente no decorrer de 2014.

Criado em 2009, o Prémio Dignitas assinala este ano a sua sétima edição. As matérias a concurso, publicadas em 2014, terão necessariamente que ser editadas em português. Ao 1º Prémio é atribuído um valor pecuniário de 4.000,00 euros e às restantes categorias 2.000,00 euros a cada uma (Imprensa, Rádio, Televisão e Jornalismo Digital). No caso do Prémio Dignitas Jornalismo Universitário, o prémio é de 1.500,00 euros. O Júri poderá ainda atribuir Menções Honrosas.

A atribuição do Prémios Dignitas 2014 decorrerá no período da manhã de dia 5 de maio de 2015, no Auditório do Edifício Novo, da Assembleia da República.

O júri responsável pela avaliação das candidaturas é composto por um representante da Associação Portuguesa de Deficientes, um representante da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa, um representante da Amnistia Internacional e duas personalidades.

Sobre a APD

A Associação Portuguesa de Deficientes, criada em 1972, tem por objeto a representação, promoção e defesa de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência portuguesas. Procura negociar e participar na elaboração da legislação, e em tudo que respeita à problemática das pessoas com deficiência, com organismos da Administração Central, Regional e Local e outras organizações. Desenvolve ações destinadas a sensibilizar, esclarecer e mobilizar a opinião pública para a amplitude e imperatividade da resolução dos problemas das pessoas com deficiência. A APD foi agraciada, em 10 de Dezembro de 2009, com o Prémio de Direitos Humanos da Assembleia da República.

 Sobre a MSD

A MSD é líder global em cuidados de saúde, ajudando a melhorar a saúde em todo o mundo. A MSD é uma subsidiária da Merck & Co., Inc. (com sede em Whitehouse Station, N.J., E.U.A.), denominada como MSD fora dos Estados Unidos e Canadá. Através dos nossos medicamentos, vacinas, terapêuticas biológicas e produtos de cuidados pessoais e saúde animal, trabalhamos com clientes e operamos em mais de 140 países para fornecer soluções de saúde inovadoras. Demonstramos também o nosso empenho e compromisso na melhoria do acesso aos cuidados de saúde através de políticas, programas e parcerias abrangentes.

icon 2015 - Regulamento do Pémio Dignitas
icon Ficha de Inscrição Jornalista ao Prémio Dignitas
icon Ficha Inscrição Estudante ao Prémio Dignitas

Para mais informações contacte:
Associação Portuguesa de Deficientes – 21.388.9883 - Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
Lift Consulting – 21 466 65 00  Anabela Pereira – 93 628 28 63 Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  
Filipe Henriques – 93 484 98 38    Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

 

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Carta Aberta - Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

Exmo. Senhor Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social

Exmo. Senhor Ministro,

Foi com estupefacção que a APD teve conhecimento da passagem de trabalhadores do Instituto de Segurança Social (ISS) para requalificação e, ainda mais, contando-se entre estes, trabalhadores com deficiência.

É que, se por um lado o Governo tem manifestado preocupação com o número de desempregados em Portugal, o que levaria o povo português a pensar que ponderaria muito bem a adopção de medidas que contribuíssem para aumentar esse número, por outro lado tem-se desdobrado em declarações sobre a benevolência das políticas em matéria da deficiência.

Quem, como é o caso das pessoas com deficiência, precisa de recorrer com frequência aos serviços da Segurança Social sabe bem que a falta de trabalhadores nestes serviços é um dos males de que padece o sistema. Os trabalhadores da Segurança Social foram-se reformando, sem que tivesse havido a preocupação de os substituir e quem recorre aos vários serviços perde um tempo precioso, por vezes dias, que poderia ser empregue a trabalhar para o desenvolvimento do País. Assim sendo, como se compreende que haja trabalhadores com experiência colocados em requalificação quando poderiam suprir as insuficiências sentidas nos serviços da Segurança Social.

É, no entender da APD, extremamente injusto que estes trabalhadores vejam diminuído consideravelmente o seu vencimento e preocupa-nos que esta possa ser a via para o seu despedimento, particularmente havendo entre eles trabalhadores com deficiência. V. Exa. sabe, é um facto apontado pelas Nações Unidas e pela Organização Internacional do Trabalho, que as pessoas com deficiência são as primeiras a serem despedidas e as últimas a serem contratadas. Se se concretizarem todos passos previstos na Lei será quase impossível que estes trabalhadores encontrem um novo emprego e haverá mais pessoas a engrossar o já vasto número de pobres em Portugal.

Face ao exposto, espera esta Associação que estes trabalhadores sejam rapidamente integrados nos serviços da Segurança Social mais necessitados de pessoal, a fim de manterem na íntegra o seu vencimento além de poderem dar o seu contributo para o funcionamento, nas melhores condições, destes serviços. A APD irá estar atenta ao desenvolvimento deste processo e manterá presente a palavra dada publicamente por V. Exa. de que não haverá lugar a despedimento destes trabalhadores.

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
Carta Aberta - Ministro dos Negócios Estrangeiros
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CARTA ABERTA A S. EXA. O SENHOR MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS

Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros

Recebeu a Associação Portuguesa de Deficientes o comunicado remetido pela Divisão de Direitos Humanos do Ministério a que V. Exa. preside e no qual é referido o compromisso do Governo Português para com a defesa e promoção dos direitos das crianças.

 Como V. Exa. bem sabe, em Portugal 1 em cada 3 crianças está em risco de pobreza. É um flagelo que decorre das medidas de austeridade impostas ao povo português nos últimos anos.

O actual governo não teve qualquer pejo em acabar com escalões do abono de família, em diminuir brutalmente o número de beneficiários do rendimento social de inserção, em reduzir os salários, em impor uma carga brutal de impostos sobre os rendimentos dos trabalhadores. O resultado é ter aumentado o número de pobres e agravarem-se as condições dos que já eram pobres.

A pobreza é em si mesma a negação dos mais elementares direitos humanos, desde logo porque as necessidades básicas não estão asseguradas. Sabe-se, também, que a pobreza faz aumentar a violência no seio da família e no exterior à família. Assim sendo, como pode o Governo Português afirmar o seu compromisso para com a defesa dos direitos das crianças? Quando se afronta a dignidade dos pais ao retirar-lhes os meios de subsistência e, consequentemente, se induz um sentimento de insegurança nas crianças, está a negar-se um dos princípios basilares da Declaração dos Direitos da Criança: “A criança gozará de uma protecção especial e beneficiará de oportunidades e serviços dispensados pela lei e outros meios, para que possa desenvolver-se física, intelectual, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.”

Com os melhores cumprimentos

O Secretariado Executivo da
Direcção Nacional
A Presidente
Ana Sezudo

 
Mais de Um milhão de Portugueses agraciados simbolicamente
Comunicados APD

                                  
Mais de um Milhão de Portugueses com Deficiência   Simbolicamente  Agraciados Hoje 4/6/2014, mais de um Milhão de Portugueses foram simbolicamente agraciados por Sua Excelência, o Senhor Presidente da República Portuguesa, através da atribuição do Título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito à Associação Portuguesa de Deficientes.

A Associação Portuguesa de Deficientes, a maior e mais antiga associação de pessoas com deficiência em Portugal, de caracter universal, teve a honra de ver, mais uma vez, reconhecido o seu trabalho na defesa dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, em Portugal e no mundo, nos últimos 42 anos.

Este agraciamento, é um sinal inequívoco de que o trabalho voluntário, abnegado, árduo e continuado, em prol de princípios e valores, como a inclusão, a igualdade de oportunidades, a justiça e a solidariedade, é apartidário e não discrimina em função da idade, género, credos ou opção religiosa, orientação sexual nem de incapacidades ou deficiências.

A Associação Portuguesa de Deficientes, assim, agradece a todas as pessoas com deficiência e suas famílias, bem como a todos os portugueses e todas as portuguesas, entidades, instituições e organizações, que ao longo dos últimos 42 anos, têm colaborado neste trabalho de defesa e promoção dos Direitos Humanos das pessoas com deficiência, sobretudo quando a denuncia firme das situações de discriminação é politicamente incómoda ou social e culturalmente incompreendida.

A Presidente da Direcção Nacional Ana Sezudo Organização Não Governamental, fundada em 1972, com Estatuto de Utilidade Pública. Agraciada com o Prémio Direitos Humanos 2009 da Assembleia da República Portuguesa e com o título de Membro-Honorário da Ordem do Mérito da República Portuguesa.

APD - Associação Portuguesa de Deficientes | Facebook

 
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       Publicação  Correio Manhã dia 31/5/2014

 
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