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Será Que Pode? estreia 1º episódio

Estreou ontem o 1º episódio do «Será Que Pod?», o podcast da APD sobre inclusão, acessibilidade e cidadania para todas as pessoas, projeto financiado pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.

O podcast terá seis episódios, com publicação no Youtube e no Spotify.

Projeto cofinanciado por:

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Liga BCR – Calendário de Jogos

Foi divulgado o calendário de jogos da 1ª fase da Liga BCR – Época 2025/26

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APD estreia podcast sobre acessibilidades

Está quase a ir para o ar o “Será Que Pod?”, o podcast da APD sobre inclusão, acessibilidade e cidadania para todas as pessoas, projeto financiado pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. O 1º episódio estreia já no dia 29 de outubro, no canal da APD no Youtube e no Spotify.

Divulgação dos episódios do Podcast da APD - Será que Pod? 
Um podcast sobre inclusão, acessibilidade e cidadania para todas as pessoas. 
Todas as quartas-feiras, a partir do dia 29 de outubro até 3 de dezembro, no canal Youtube da APD e Spotify.
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Eleições Corpos Sociais APD

Realizam-se, no próximo dia 25 de outubro, as eleições para os Corpos Sociais da APD para o Quadriénio 2025-2028.

As mesas de voto, que funcionarão na Sede Nacional, nas sedes das Delegações Distritais e Locais e nos locais designados pelas Delegações Locais da Figueira da Foz e Seixal, estarão abertas das 14.00 às 17.00 horas.

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XXIV Torneio Internacional de Lisboa

O 24º Torneio Internacional de Lisboa BCR realizou-se nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, no Pavilhão do Casal Vistoso, em Lisboa. Participaram as equipas da APD Lisboa, GDD Alcoitão, BSR Amiab Puertollano e Basketmi Ferrol. O vencedor do Torneio foi o GDD Alcoitão.

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FENPROF condena o desrespeito e as discriminações que comprometem o direito constitucional à educação dos alunos da Educação Especial

A FENPROF, em nota à comunicação social, denuncia a gritante escassez de docentes da Educação Especial e as graves consequências que esta situação tem na vida dos alunos e das suas famílias. Deixamos aqui o texto do comunicado:

FENPROF condena o desrespeito e as discriminações que comprometem o direito constitucional à educação dos alunos da Educação Especial

A legislação em vigor em Portugal, concretamente o DL 54/2018, assenta no princípio da escola inclusiva, reconhecendo que todas as crianças e jovens têm direito a aprender e a participar plenamente na vida escolar. Todas as escolas portuguesas têm, por isso, a obrigação de garantir o acesso, a participação e a promoção do sucesso de todas as crianças e jovens que se encontram no nosso país.

Logo em 2018, a FENPROF alertou para que a mudança de paradigma da integração para a inclusão só seria possível com um investimento efetivo nas condições de trabalho e de aprendizagem nas escolas públicas, nomeadamente através da disponibilização dos recursos humanos e materiais necessários para dar a resposta adequada às características individuais de cada aluno: docentes da Educação Especial, psicólogos, terapeutas, intérpretes de Língua Gestual Portuguesa – LGP, técnicos especializados, entre outros.

Nada disto foi acautelado pelos sucessivos governos. Tal como acontece com a falta generalizada de docentes, a escassez de docentes da Educação Especial é gritante e tem graves consequências na vida dos alunos e das suas famílias.

Anualmente, a FENPROF realiza levantamentos junto das direções das escolas sobre a implementação do DL 54/2018, nomeadamente o número de alunos apoiados por cada docente da Educação Especial. É com base nestes levantamentos que denunciamos o tempo muito limitado que cada docente da Educação Especial acaba por ter para apoiar cada aluno, dado o número elevado de alunos a apoiar.

O principal desafio da inclusão é ter os recursos necessários para responder adequadamente a cada aluno.

Ora, como não há recursos suficientes, multiplicam-se as situações inaceitáveis:

– muitos docentes do ensino regular optam por não ter os alunos com Necessidades Específicas nas salas, excluindo-os das atividades regulares ou não trabalhando diretamente com eles; F-152/2025 – 07/10/2025 Rua Fialho de Almeida, nº 3 – 1070-128 LISBOA – Telef. 213819190 – E-mail: fenprof@fenprof.pt www.fenprof.pt

– caso os alunos com Necessidades Específicas não fiquem nas salas de aula, vão para uma sala onde se trabalha individualizadamente com alguns destes alunos. Assim sendo, o espaço fica sobrelotado e sem profissionais suficientes para apoios de qualidade;

– alunos com Necessidades Específicas f que permanecem nas turmas – já com elevado número de alunos –, sem qualquer acompanhamento especializado, acabam por ficar “abandonados” na aula.

Isto é inaceitável!

Isto é discriminar os alunos com Necessidades Específicas!

Isto não é inclusivo!

Isto viola direitos fundamentais!

Neste ano letivo, a situação agravou-se ainda mais. A grave falta de docentes no 1.º ciclo do ensino básico tem levado muitos diretores a retirar docentes da Educação Especial das suas funções, para assumirem turmas. Os alunos destes docentes da Educação Especial são distribuídos pelos outros colegas da Educação Especial (se ainda sobrar algum), sobrecarregando ainda mais estes docentes e comprometendo o apoio a todos.

Isto é inaceitável.

É um profundo desrespeito pelos alunos com Necessidades Específicas e pelos docentes da Educação Especial!

Isto não é inclusão!

A FENPROF voltará a realizar, no início deste ano letivo, um levantamento nacional junto das direções escolares para perceber a dimensão desta realidade, que compromete a qualidade da Educação e o cumprimento do direito constitucional à Educação de todos/as os/as alunos/as em Portugal.

A inclusão não se proclama – constrói-se com recursos, com respeito e com políticas públicas consequentes!

Lisboa, 7 de outubro de 2025

O Secretariado Nacional da FENPROF