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Exposição Internacional de fotografia 7ª Edição “A inclusão na diversidade”

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A Saúde Mental no Norte Alentejano

A Saúde Mental no Norte Alentejano: Percepções, Realidade(s) e Desafios Pós-PandemiaUm convite para um Encontro Online: A Saúde Mental no Norte Alentejano: Percepções, Realidade(s) e Desafios Pós-Pandemia, dando -nos a honra de partilhar connosco a vossa perspectiva sobre esta realidade.

Data: 16 de Julho de 2021  – Horário: Das 18h às 20h
Local: Via plataforma ZOOM

Contaremos com a presença de alguns convidados, cujas reflexões e experiências partilhadas serão o mote para uma discussão alargada aberta a todos os participantes:

Maria de Jesus Candeias (Organizadora) – Psicóloga Clínica, Psicóloga da Justiça e Comunitária, Psicoterapeuta Psicanalítica, Membro da Direcção da PsiRelacional, Crato.
Joana Curinha – Psicóloga Clínica, Divisão Desenvolvimento Social, Sector de Acção Social, Câmara Municipal do Crato, Crato. 
João Albuquerque – Médico Psiquiatra, Director Clínico do Centro de Recuperação de Menores de Assumar, Portalegre. 
Maria João Coelho – Psicóloga Clínica, Departamento de Psiquiatria do Hospital Distrital de Portalegre.
Arnaldo Trindade – Psicólogo Educacional, Serviço de Psicologia e Orientação do Agrupamento de Escolas de Campo Maior, Campo Maior.
Sara Moriano – Psicóloga na Coração Delta- Associação de Solidariedade Social, Campo Maior.

Destinatários:
Este Encontro é aberto a todos os profissionais da saúde mental , nomeadamente psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais, professores, educadores sociais, entre outros.

Evento Gratuito! I Inscrição Obrigatória em jesuscandeias@gmail.com

Esperamos a sua presença e as suas reflexões sobre o tema do Encontro!

Pode também seguir e divulgar o evento via  Facebook acendendo AQUI

Este evento conta com o apoio logístico da PsiRelacional.

Maria de Jesus Candeias
Membro da Direcção da PsiRelacional

 Acção Formativa Acreditada pela O.P.P. 
 Sede: Av. Guerra Junqueiro, nº 4, 2º direito | 1000- 167  Lisboa
 Tel. 217941578 | Tlm. 932896075 l Email: psirelacional@gmail.com | FACEBOOK | SITE PSIRELACIONAL | YouTube

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Notícias

TBA – A Nossa Cidade – com audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa

Teatro do Bairro Alto, isto é o TBA, é um novo teatro municipal de Lisboa. Desde outubro de 2019 que se dedica à criação e apresentação de projetos artísticos experimentais, bem como às práticas discursivas que os rodeiam e atravessam. A acessibilidade é uma preocupação transversal a todo o trabalho desenvolvido pelo TBA. Por isso, durante as últimas obras, dotáram o edifício de novas acessibilidades.

A parte pública tem agora um elevador, sinalética podotáctil e sinalética em alto relevo e em braille. Ao mesmo tempo, os bastidores ganharam um camarim acessível e dois novos WC acessíveis.

Próxima sessão acessível no TBA  

A Nossa Cidade com audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa

18 julho às 17h (domingo)  Reconhecimento de palco às 16h

Sessão com audiodescrição e interpretação em Língua Gestual Portuguesa

12€

Desconto para pessoas com necessidades especíais: 30% – pessoa acompanhante ou Cuidador beneficiam de um convite complementar.

Para solicitar o convite, envie-nos um e-mail para bilheteira@teatrodobairroalto.pt

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Legislação

Julho 2021

Legislação Julho

Decreto-Lei n.º 66/2021 de 30 de julho

Cria a tarifa social de fornecimento de serviços de acesso à Internet em banda larga.

https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/66-2021-168697989

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Inquérito – O sucesso objetivo e subjetivo na carreira das pessoas com deficiência em Portugal

Ana Sofia Matreno Bento, aluna de Mestrado em Políticas de Desenvolvimento de Recursos Humanos no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa). Bolseira de Investigação no Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH), na mesma Universidade.

No âmbito da realização da Dissertação de Mestrado, nas áreas da Deficiência e Emprego, solicita a colaboração no preenchimento e divulgação do inquérito que servirá de base ao seu estudo: O sucesso objetivo e subjetivo na carreira das pessoas com deficiência em Portugal, que surge com o principal propósito de avaliar o sucesso na carreira das pessoas com deficiência no mercado de trabalho português.

Para perceber a dimensão do impacto nestas áreas de investigação, é solicitado o preenchimento do inquérito por pessoas com deficiência, maiores de 18 anos, deverá ter uma duração máxima de 10 minutos.

Acesso ao inquérito:  https://forms.office.com/r/Gd8qG9puKf

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Comunicados

Agir, Defender os Alentejanos

Comunicado DDE/APD – 5-2021

A região Alentejo tem sido, à longo tempo, condenada a infindáveis violações dos direitos humanos dos grupos desprotegidos:

Mortes por negligência do estado, em hospitais, em lares de idosos; na degradação da rede de serviços vocacionados à inclusão; agora, manipulando a crise covid-19, é posta em prática, com complacência do estado, do poder local, indecorosa violação do direito à mobilidade:

O transporte de longa distância, em consequência da privatização da rede de transporte, após sórdidas manobras, foi transformado em ««monopólio»» na região Alentejo, pela Rede Expresso cujo serviço, pouco amigo do utilizador, tem sofrido progressiva degradação.

Tendo reduzido serviço, em virtude da pandemia, restringiu a oferta, forçando todos os clientes a adquirir os bilhetes, através de meios digitais; os terminais das cidades foram encerrados; alguns agentes deixaram de vender aqueles serviços, enquanto outros ameaçam aplicar idêntico procedimento.

Esta atitude afronta o direito à mobilidade: dos grupos desprotegidos – incluindo pessoas com deficiência; dos muitos  infoexcluídos; de muitos lugares (rurais) onde não existe rede net.

Não pode aceitar-se esta ilegalidade: os utilizadores têm direito a optar pela alternativa mais conveniente para adquirir/pagar, em segurança, o consumo do serviço de transporte; não podem ser sujeitos de práticas fraudulentas de redução de custos.

Esta limitação de mobilidade dificulta a deslocação para consultas, outras terapêuticas, visitas a familiares enfermos, principalmente idosos, internados em hospitais,  deslocados para lares distantes da sua residência.

É imperativo, urgente, humanista, imediata intervenção que assegure a efectiva garantia do direito ao transporte, considerando a pobreza da região, onde a viatura própria é «luxo» para inúmeros grupos.

Esta vergonha afronta valores indestrutíveis:

Afectiva/ consoladora visita a doentes, idosos, pessoas com deficiência.

Contacto com familiares da diáspora alentejana.

Direito à cultura/lazer, entre outros.

De acordo com informações transmitidas por vítimas deste despropósito, trata-se de disputa de sórdidos interesses, envolvendo a Rede Expresso e a Rodoviária do Alentejo.

A região Alentejo não pode ser transformada em deserto/prisão; já basta o ancestral «calvário de padecimentos» infligido aos seus cidadãos, à séculos, decénios, anos…  

A DDE/APD, fazendo eco dos grupos desprotegidos, evocando todos os direitos para todos, apela:

Ao governo,  através dos órgãos desconcentrados;

às autarquias locais, face à vocação de defesa dos direitos dos seus munícipes cuja proximidade há-de ser promovida,  a agir com firmeza:

É preciso ouvir a voz desencantada dos alentejanos pobres, dos desfavorecidos, e assegurar direitos fundamentais.

A DDE/APD – no 45º aniversário da edificação do poder local democrático – insta os eleitos nas autarquias locais:

A ultrapassar querelas inúteis; a construir aliança capaz de fazer regressar, com urgência, o direito inalienável à mobilidade, enquanto parte integrante das liberdades fundamentais, consagradas pela Gloriosa Revolução de Abril.

Nesta justa luta devem participar:

 Todas as organizações comprometidas na defesa dos direitos humanos;

 As organizações regionais dos amigos do Alentejo.

 


Alentejo Liberto, Humanismo, Cultura, Inclusão! 

DDE/APD – O porta voz

DDE/APD – tlf: 268841666; mail: degesdira@sapo.pt

 

 

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BOOT CAMP EPIS 2021

A Associação EPIS, vai realizar mais uma vez o BOOT CAMP EPIS 2021, que terá lugar na última semana de Junho

Além dos programas de Capacitação e promoção do sucesso escolar, a EPIS desenvolve, junto dos alunos e em colaboração com as escolas e empresas associadas e parceiras, iniciativas de voluntariado, orientação/formação e integração profissional e outras iniciativas de promoção da cidadania ativa.

A EPIS, gostaria que os jovens com deficiência/incapacidade dos 14 aos 17 anos, beneficiassem deste programa totalmente online e gratuito. 

Este ano, o programa está focalizado na contribuição, ajuda e apoio solidário, em várias áreas, que juntou muitos portugueses para ajudar os muitos portugueses que mais precisaram (e que ainda precisam). 

Todas as sessões serão, tal como na edição realizada em 2020, via Zoom. 

Programa do Boot Camp EPIS 2021:

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Formação Financiada-Prevenção da Negligência, Abusos e Maus Tratos

Formação financiada para residentes na região de Lisboa e Vale do Tejo.

100% online; 100% síncrona; Horário pós-laboral; Para se inscrever clique no link https://forms.gle/9E8kzz6LxibVWSJTA

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Legislação

Junho 2021

Legislação Junho

Lei n.º 35/2021 de 8 de junho

Aprova medidas de apoio aos estudantes do ensino superior público e altera a Lei n.º 38/2020, de 18 de agosto
https://dre.pt/dre/detalhe/lei/35-2021-164798790

Portaria n.º 120/2021 de 8 de junho

Define o modelo de funcionamento e de gestão da Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, criada ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26/2021, de 31 de março
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/120-2021-164798793

Portaria n.º 122/2021164955308 de 11 de junho

Procede à primeira alteração da Portaria n.º 200/2020, de 19 de agosto, que cria e regulamenta o Programa de Acessibilidades aos Serviços Públicos e na Via Pública
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/122-2021-164955308

Portaria n.º 122-A/2021 de 14 de junho

Procede à primeira alteração da Portaria n.º 206/2020, de 27 de agosto, que regula a medida Estágios ATIVAR.PT, e à primeira alteração da Portaria n.º 207/2020, de 27 de agosto, que regula a medida Incentivo ATIVAR.PT
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/122-a-2021-164955365

Portaria n.º 128/2021 de 24 de junho

Procede à quarta alteração da Portaria n.º 82- C/2020, de 31 de março, alterada pelas Portarias n.os 162/2020, de 30 de junho, 218/2020, de 16 de setembro, e 302/2020, de 24 de dezembro

A presente portaria procede à quarta alteração da Portaria n.º 82-C/2020, de 31 de março, alterada pelas Portarias n.os 162/2020, de 30 de junho, 218/2020, de 16 de setembro, e 302/2020, de 24 de dezembro, que criou a medida de Apoio ao Reforço de Emergência de Equipamentos Sociais e de Saúde e um regime extraordinário de majoração das bolsas mensais dos «Contrato emprego- -inserção» (CEI) e «Contrato emprego-inserção+» (CEI+), bem como um incentivo de emergência à substituição de trabalhadores ausentes ou temporariamente impedidos de trabalhar
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/128-2021-165723204

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Comunicados

Inclusão – Verdade, Legalidade

Comunicado - DDE 4-2021

A informação relativa à redução dos apoios à actividade da APD, oriunda do INR, realça a inconsistência do discurso retórico da inclusão, difundido por todos os governos, traduzido em legislação avulsa, afastada do diálogo, derivada do total desconhecimento da necessidade inultrapassável de organizações vocacionadas à defesa dos direitos humanos das pessoas com deficiência, requisito inegociável da real construção da sociedade inclusiva.

O governo (2011/2015) agravou todos os paradigmas da dinâmica incluente: – extinguiu o direito ao diálogo/participação; através de estratagemas antidemocráticos (aliciamento/sedução) ampliou todas as acções persecutórias das ONG’S/PD, dirigindo essa feroz perseguição às organizações resistentes à sua estratégia excluente. Deve realçar-se a contradição protagonizada pela direita: desde 1980, promoveu, mediante diversa legislação, a redução (visando supressão) do direito à participação; atingido o poder, a direita abriu guerra ao direito ao diálogo/participação: Dec-Lei 355/82; Dec-Lei 184/92; despacho 425-MESS/92; Dec-Lei 126/2012/12/29. Quando, 1997, foi parcialmente restabelecido esse direito, por motivos exclusivamente oportunistas/propagandísticos, apresentou, agravando manifesta contradição, sendo aprovada, a Lei 30/98/07/13.   A estratégia, como previsto, não se alterou, comprometendo qualquer metamorfose, cuja concretização reclama, determina, exige diálogo, posto que as ONG’S/PD são pilar/alicerce da inclusão.  

A ratificação por Portugal – e União Europeia – da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, concretizava: o repúdio, a condenação, a ilegalidade de todas as leis da direita, cuja farsa democrática se revelava no Dec-Lei 126/2012/12/29 que extinguiu o Conselho Nacional de Reabilitação, fingindo promover participação das ONG’S, através de difuso mecanismo inconsequente.

O actual governo acolheu os desvarios da direita; finge activar participação, farsa inconsistente, porque o Dec-Lei 48/2017/05/22 repete, promove, à margem das ONG’S/PD, idênticas fantasias de  diálogo/participação.

Regressa a pobreza de recursos à APD, penalizando as suas delegações distritais, quando as consequências da crise sanitária fazem prever imprevisíveis sofrimentos aos grupos desprotegidos (pessoas com deficiência) desde sempre fustigadas por intoleráveis padecimentos, resultado das penúrias das regiões subdesenvolvidas.

Não é cumprida a Constituição; não é acatada a CDPD; não será implementada a Estratégia Europeia para a deficiência 2021/2030.

Sem recursos: não haverá estratégia eficaz; à margem das organizações, não é possível inclusão.

Retrocede a inclusão! Cessem discursos vazios! O percurso fracassado do processo incluente tem sido contaminado, desde sempre, por contradições oriundas da hipocrisia dos poderes, incapazes de conciliar propaganda, estratégia inclusiva.

A DDE/APD tem censurado, criticado, na base da sua inequívoca singularidade, esta prolongada falsidade consistente: no fingimento de diálogo/participação; em reprováveis práticas intoleráveis: discriminações de dúbia legalidade, na audição de organizações apaniguadas do poder.

A APD apela aos órgãos de soberania, – destacando o governo – ao diálogo que faça alterar estas medidas injustamente gravosas, em conjuntura incertíssima, quando é imperativo vigiar, garantir, todos os direitos a todos os grupos aflitos, desesperados, desencantados, por tão prolongados padecimentos.

A APD não cessou: de avocar diálogo; de advertir para a gravidade desta (e  outras) crises; apresentou numerosas sugestões adaptadas à realidade complexa da inclusão; advertiu, conscientemente, para a urgência da participação na planificação das políticas incluentes; declarou o seu apego indeclinável à progressiva execução das políticas geradoras de inclusão.

A DDE/APD não revoga declaração constante de bastos documentos:

À margem das ONG’S/PD não é possível inclusão!

Constatado insucesso, a  DDE/APD exortará:

À adesão a todas as iniciativas defensoras de todos os direitos humanos;

à activação de jornadas de luta tenaz pelo regresso ao rumo incluente.

 

DDE/APD – O porta voz  – tlf: 26884166; mail: degesdira@sapo.pt