Categorias
Notícias

Gaia – Projeto de Alojamento Inclusivo na Zona Balnear – Inquérito

Inquérito sobre Oferta de Alojamento totalmente Inclusivo

Graça Almeida, aluna da Pós-Graduação de Turismos e Gestão Hoteleira do ISCET (Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo) no Porto, a frequentar a disciplina de Business Plan, onde é solicitado a elaboração de um projeto individual, com a aplicação de um inquérito.

O projeto visa a construção de um alojamento totalmente inclusivo na zona balnear de Vila Nova de Gaia. Neste sentido venho pedir a vossa colaboração para participarem no preenchimento do inquérito e a vossa intervenção para o fazer chegar aos verdadeiros interessados – aos membros das instituições onde trabalham e aos seus familiares.

Com a necessidade de criar algo diferenciador, considero que a construção de um projeto de alojamento totalmente inclusivo permitirá desfrutar do lazer e do desporto nas mesmas condições que a restante população, como ainda tornar mais robusta a menção da cidade do Porto, como melhor destino para visitar na Europa e o segundo a nível mundial em 2019, alargando a oferta ao turismo inclusivo, ainda pouco potenciado no nosso país.

O inquérito foi construído através do Google Forms, segue em formato digital, através do link: 

https://forms.gle/TKqj5tZw4cs5NE449

Os dados recolhidos serão tratados de forma confidencial e anónima, não sendo disponibilizados para qualquer outro fim.

Esta investigação é fundamental para a elaboração de um projeto melhor direcionado para quem dele possa desfrutar.

Para cumprimento dos prazos do projeto, solicito que o inquérito seja respondido até 31/Maio/2020.

Agradeço desde já a vossa colaboração na disseminação desta ferramenta para melhor conhecer a percepção das pessoas com incapacidades, bem como dos seus familiares e/ou cuidadores sobre este tema. 

Grata pela vossa atenção,
Graça Almeida

Categorias
Notícias

Lisboa – Turismo Acessível e Inclusivo – Inquérito

Estudo de caso: Turismo em Lisboa pouco inclusivo para pessoas de mobilidade reduzida

Este inquérito tem como objetivo, recolher informação para a realização de um projeto que está a ser desenvolvido na UC Design de Serviços, no âmbito da Licenciatura em Design na Faculdade de Arquitetura UL.
Asseguramos a confidencialidade das informações prestadas que serão tratadas de forma agregada, nunca aparecendo menção ao nome do agrupamento escolar. Agradecemos desde já a vossa colaboração.
A sua participação, que será muito valorizada, consiste em responder a um questionário online e poderá durar cerca de 10 minutos. 

Inquérito/Link: https://forms.gle/zQk5LpL8bNw7EyGRA

Categorias
Notícias

Uncomplicated Tours – Passeios descomplicados em Lisboa

Alunos da ECL – Escola de Comércio de Lisboa, lançaram um projeto de nome Uncomplicated Tours.

O objetivo deste estudo, é a participação  das pessoas no projeto,  preenchendo um questionário que, está no link abaixo.

A empresa que estão a criar, chama-se  Uncomplicated Tours e o objetivo é haver mais igualdade na oferta do turismo em Portugal para pessoas com mobilidade reduzida. 

Os tours criados poderão ter acompanhamento ou não de um guia, em bicicletas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida, em passeios turísticos na cidade de Lisboa.

Link de acesso ao questionário: https://forms.gle/jLkf1EE76Mxpagwj7

Categorias
Comunicados

Estratégia Europeia para a Deficiência 2010-20

Categorias
Notícias

Conforto na praia: uma cadeira apropriada – Questionário

É utilizador de cadeira de rodas? Gosta de aproveitar a praia no verão? Partilhe a sua experiência respondendo a este questionário e ajude a proporcionar melhores condições nestes locais.
Este questionário foi criado no âmbito do projeto de uma tese de mestrado de engenharia mecânica no Instituto Superior Técnico. Por favor responda com sinceridade e ajude ao desenvolvimento deste projeto.
É importante referir que todas as fotos/imagens foram obtidas no google images e que os esquemas/desenhos são da autoria do criador do questionário e colegas.
 
Link do questionário: https://forms.gle/XnonKKeDdLtz4itp8
 
Caso surja alguma questão, pode contactar-me, Sara Pinto, para o email: sara.couto.pinto@tecnico.ulisboa.pt
Categorias
Notícias

Milhões de eleitores com deficiência na UE não poderão votar nas eleições para o Parlamento Europeu

Milhões de eleitores com deficiência na UE não poderão votar nas eleições para o Parlamento Europeu

 Devido a vários entraves jurídicos e técnicos que continuam a existir em toda a UE, nenhum Estado‑Membro pode assegurar que as eleições serão acessíveis a todos, de acordo com um relatório do CESE.

 Em 20 de março, o Comité Económico e Social Europeu (CESE) publicou um relatório de informação que faz o ponto da situação sobre o exercício do direito de voto das pessoas com deficiência no contexto das eleições para o Parlamento Europeu em maio deste ano.

 O relatório intitulado «O direito efetivo das pessoas com deficiência a votar nas eleições para o Parlamento Europeu» demonstra que, apesar dos diversos instrumentos jurídicos vinculativos que protegem os direitos das pessoas com deficiência na UE, milhões de pessoas não poderão votar nas eleições desta primavera ou terão dificuldades em fazê‑lo.

 O relator, Krzysztof Pater, membro polaco do CESE, declarou que «o relatório expõe o lado obscuro da Europa — uma realidade muito aquém das nossas expectativas, dos instrumentos jurídicos internacionais fundamentais e das declarações políticas».

 Referindo‑se à campanha eleitoral recentemente lançada pelo Parlamento Europeu e ao seu lema «Desta vez eu voto!», Krzysztof Pater afirmou que «aparentemente, para os responsáveis políticos e os meios de comunicação social, o problema resume‑se a encontrar formas de motivar os cidadãos da UE a votar. Enquanto isso, muitos cidadãos com deficiência lamentam, uma vez mais, o facto de não poderem votar devido aos entraves técnicos que ainda enfrentam nos seus países ou de estarem privados desse direito de acordo com a legislação nacional do seu país».

 Segundo o relatório, milhões de eleitores serão demovidos por entraves técnicos nas secções de voto que não têm em conta as necessidades resultantes dos diferentes tipos de deficiência.

 Além disso, estima‑se cerca de 800 000 cidadãos da UE que sofrem de problemas de saúde mental ou de deficiências intelectuais serão privados do seu direito de voto devido às regras nacionais em vigor em 16 Estados‑Membros, o que o CESE considera particularmente preocupante.

 Em nove países da UE, as pessoas nestas condições perdem automaticamente o direito de voto quando a respetiva capacidade jurídica é reduzida ou quando estão sob a tutela de outra pessoa. Em sete países, a legislação prevê uma avaliação individual da capacidade destas pessoas para votar, efetuada pelos tribunais ou por juntas médicas.

 Os procedimentos relativos à suspensão dos direitos de voto variam consideravelmente entre os Estados‑Membros. Em alguns países da UE, são visadas apenas as pessoas com patologias graves que sejam incapazes de estabelecer contacto com outros, ao passo que noutros milhares de pessoas têm de se submeter a um processo complexo, que pode mesmo incluir um teste de cultural geral, com perguntas de Física ou História (por exemplo, «Qual é a velocidade da luz?» ou «Quem foi Catarina, a Grande?»).

 Os números também variam: apenas cerca de 100 pessoas não podem exercer o seu direito de voto em Portugal, enquanto na Alemanha e na Polónia este número ascende a 82 000 e 90 000 pessoas, respetivamente.

 No que respeita aos entraves técnicos, a questão da adaptação das secções de voto é tratada de forma muito diversa pelos Estados‑Membros. Seis países não dispõem de regras para tornar as secções de voto acessíveis às pessoas com deficiência. Onze países reconhecem o princípio geral de que todas as secções de voto devem ser adaptadas, embora tal seja interpretado, na prática, de forma bastante restrita.

 «As autoridades consideram frequentemente que uma secção de voto é “acessível” a partir do momento em que uma pessoa em cadeira de rodas consegue entrar no local, ignorando as necessidades das pessoas com muitos outros tipos de deficiência. A grande maioria das secções de voto na UE não está totalmente adaptada às necessidades das pessoas com diferentes tipos de deficiência», afirmou Krzysztof Pater.

 Em 18 Estados‑Membros, as pessoas invisuais não podem exercer o seu direito de voto de forma independenteEm oito Estados‑Membros, não existem modalidades alternativas de voto, como o voto por correspondência, o voto eletrónico ou o voto em secções móveis. Tal significa que qualquer pessoa que não esteja em condições físicas de se deslocar a uma secção de voto não pode votar. Em 12 países, as regras nacionais não permitem que os eleitores votem numa secção de voto mais conveniente devido aos critérios de inscrição com base no local de residência.

 Apesar de traçar um quadro sombrio, o relatório dá sinais de esperança, elencando 200 exemplos de boas práticas e soluções positivas encontradas em todos os Estados‑Membros.

 Na Roménia, por exemplo, os eleitores podem votar apondo uma marca junto ao nome do candidato escolhido, utilizando um carimbo fornecido pela mesa da assembleia ou secção de voto. Na Lituânia, as autoridades fornecem um mapa em linha que identifica as secções de voto mais adequadas para os eleitores com mobilidade reduzida. Todos os cidadãos podem votar por via eletrónica na Estónia. Na Dinamarca, os eleitores podem votar antecipadamente, entre dois dias e três semanas antes da data oficial, em secções de voto designadas.

 O relatório também enumera alguns progressos mais recentes, nomeadamente a abolição da privação automática dos direitos de voto dos cidadãos colocados sob tutela.

 Na quarta‑feira, durante a reunião plenária do CESE, os membros decidiram transmitir o relatório às instituições da UE, aos governos nacionais e às organizações não governamentais (ONG) que representam as pessoas com deficiência ou que defendem os direitos humanos.

 De acordo com Krzysztof Pater, não é intenção do relatório criticar nenhum dos países da UE. O CESE espera que os exemplos positivos apresentados ajudem os responsáveis políticos, tanto ao nível da UE como ao nível nacional, a desenvolverem soluções abrangentes para eliminar os entraves jurídicos e técnicos que impedem este grupo significativo de cidadãos da UE de exercer os seus direitos fundamentais. Tal será igualmente útil para as ONG que lutam pelos direitos de voto destas pessoas ao nível nacional.

 «Se fossem aplicadas as melhores práticas de todos os países, teríamos um sistema ideal em que todos os cidadãos com deficiência na UE não só usufruiriam plenamente do seu direito de voto, mas também poderiam escolher a forma mais conveniente de exercer esse direito», acrescentou.

 «Creio que o relatório contribuirá para a criação de regras que garantam que nenhum cidadão da UE será privado do seu direito de voto nas eleições para o Parlamento Europeu em 2024», concluiu Krzysztof Pater.

 Contexto:

 O relatório foi elaborado com base em inquéritos realizados entre 2016 e o final de 2018 em todos os Estados‑Membros da UE, com exceção do Reino Unido. A maioria das informações que dele constam foram fornecidas pelos poderes públicos, responsáveis pelo processo eleitoral, e por ONG que representam ou apoiam as pessoas com deficiência, mas também por deputados ao Parlamento Europeu e representantes do Fórum Europeu das Pessoas com Deficiência.

 Ligações:

 O relatório completo traduzido em todas as línguas está disponível no seguinte endereço: https://www.eesc.europa.eu/en/our-work/publications-other-work/publications/real-rights-persons-disabilities-vote-european-parliament-elections-information-report

 Em  português:  https://www.eesc.europa.eu/sites/default/files/files/qe-02-19-153-pt-n.pdf

 Pode consultar uma síntese do relatório (brochura) em inglês, francês, alemão, espanhol, italiano e polaco no seguinte endereço: https://www.eesc.europa.eu/en/our-work/publications-other-work/publications/breaking-down-barriers-persons-disabilities-and-their-right-vote-european-parliament-elections

 Pode consultar o relatório sobre a audição relativa à acessibilidade no âmbito das eleições para o Parlamento Europeu no seguinte endereço (em inglês, francês e italiano): https://www.eesc.europa.eu/en/news-media/news/no-stone-should-be-left-unturned-ensuring-eu-elections-are-accessible-all


Para mais informações, contactar:

Laura Lui, Unidade de Imprensa do CESE

Correio eletrónico: press@eesc.europa.eu

Tel.: + 32 2 546 9189

@EESC_PRESS

 O Comité Económico e Social Europeu assegura a representação dos diversos setores da vida económica e social da sociedade civil organizada. É um órgão institucional consultivo, instituído pelo Tratado de Roma em 1957. A sua função consultiva permite aos seus membros e, portanto, às organizações que representam participarem no processo de decisão da UE. O Comité é composto por 350 membros de toda a Europa nomeados pelo Conselho da União Europeia.

 If you no longer wish to receive these messages, please send an e-mail to:  press@eesc.europa.eu

Les informations contenues dans ce message et/ou ses annexes sont réservées à l’attention et à l’utilisation de leur destinataire et peuvent être confidentielles.
Si vous n’êtes pas destinataire de ce message, vous êtes informé que vous l’avez reçu par erreur et que toute utilisation en est interdite.
Dans ce cas, vous êtes prié de le détruire et d’en informer l’émetteur.

The information in this message and/or attachments is intended solely for the attention and use of the intended recipient and may be confidential.
If you are not the intended recipient of this message, you are hereby notified that you have received it in error and that any use of it is prohibited.
In such a case, please delete this message and kindly notify the sender accordingly.

Categorias
Notícias

IISH-Inquérito às Instalações Sanitárias Habitacionais

Descrição do Projeto IISH

O projecto IISH vai comparar aquilo que é prescrito pelas Normas Técnicas Portuguesas para a construção de
Instalações Sanitárias adaptadas a pessoas com mobilidade reduzida (PMR) com aquilo que as PMR e as suas famílias efectivamente constroem quando têm de adaptar um WC residencial. O objectivo é detectar onde é que existe coincidência, convergência e/ou divergência entre a “oficialidade” e aquilo que as pessoas realmente
materializam.
A utilidade desta investigação é identificar onde é que as Normas Técnicas podem ser aprimoradas para melhor servir as pessoas reais.

Categorias
Comunicados Notícias

Questionário – Universidade do Minho – Impacto do confinamento

O Grupo Universitário de Investigação em Autorregulação, da Escola de Psicologia da Universidade do Minho, está a realizar uma investigação, coordenado pelo Professor Doutor Pedro Rosário, cujo objetivo é estudar o impacto do confinamento na participação e na integração das pessoas adultas com deficiência ou incapacidade.

Nos últimos anos, o grupo de investigação tem dedicado muito dos seus esforços a estudar populações minoritárias (e.g., pessoas com deficiência, etnia cigana) tendo, neste âmbito, já estabelecido alguns protocolos de cooperação com algumas entidades cuja missão é a promoção e integração e participação das pessoas com deficiência (e.g., Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral).

Para participar neste estudo os participantes apenas terão que responder a um questionário on-line, com uma duração estimada de 10-15 minutos, disponível em www.tinyurl.com/estudoconfinamento.  Para além de promover o desenvolvimento de conhecimento científico no âmbito da deficiência, a participação no estudo constituiu uma oportunidade para as pessoas ajudarem uma IPSS do seu concelho de residência.