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Inquérito – relação entre a autonomia motivacional e a qualidade de vida em pessoas com baixa visão

Inês Costa aluna no ISPA – Instituto Universitário  está a desenvolver a tese de mestrado em Psicologia. 

Trata-se de um estudo para averiguar se existe relação entre a autonomia motivacional e a qualidade de vida em pessoas com baixa visão. Nesse sentido, e porque ainda há falta de material adaptado para esta população, traduziu e inseriu dois instrumentos em formato digital na plataforma Qualtrics. 

Assim, pede o auxílio na divulgação do estudo.

A ligação para aceder é a seguinte:  http://ispawjrc.qualtrics.com/jfe/form/SV_0CIN57fpuxyyQlM

As respostas podem ser dadas por maiores de 18 anos com baixa visão através de aumento de ecrã, de leitor automático de ecrã ou, eventualmente, com auxílio de outra pessoa.

Tem a duração de cerca de 10 minutos e é totalmente anónimo e confidencial. 

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São Martinho 2021

A APD convida os seus associados a participar no São Martinho que se irá realizar na Sede Nacional no dia 13 de Novembro de 2021 pelas 13 horas.

Agradecemos a sua prévia inscrição para o evento na Sede Nacional!  https://forms.gle/FX4T9vfqMkUXnGq97

Delegação Distrital APD Porto, realizará no dia 20 de Novembro, o seu magusto, depois de realizada a Assembleia do Plano de Atividades e Orçamento para o ano de 2022, nas sua instalações  da Rua Cerco do Porto, ED. 33 nº 1057 Cave Traseiras –  4300-122 Porto 

Delegação Distrital da APD Castelo Branco, também irá realizar um magusto na sua sede na Junta de Freguesia de Cantar Galo na Covilhã, no dia 13 de novembro pelas 15h00 e convida sócios e seus familiares a participarem.

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Legislação

Outubro 2021

Legislação Outubro

 

Portaria n.º 205/2021 de 12 outubro

Regulamenta a criação e o funcionamento das Incubadoras Sociais de Emprego
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/205-2021-172684602

Portaria n.º 210/2021 de 18 outubro

Determina os medicamentos destinados ao tratamento de doentes em regime de ambulatório compulsivo que beneficiam de um regime excecional de comparticipação
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/210-2021-172938304

Resolução da Assembleia da República n.º 264/2021 de 26 outubro

Recomenda ao Governo a publicação dos comentários gerais do Comité dos Direitos das Pessoas com Deficiência
https://dre.pt/dre/detalhe/resolucao-assembleia-republica/264-2021-173412008

Portaria n.º 230/2021 de 29 outubro

Define a entidade certificadora competente e o respetivo processo certificador respeitante à comprovação da deficiência dos requerentes da prestação social para a inclusão (PSI)
https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/230-2021-173593617

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Notícias

Mental Talk 3ª Edição – Rede Social de Lisboa

A Rede Social de Lisboa, através do seu Plano de Desenvolvimento Social (PDS), promove a ação e o debate em várias temáticas e áreas problema identificadas pelo diagnóstico social realizado periodicamente. No âmbito da persecução dos objetivos traçados por este mesmo PDS 2017-2020 (prolongado pelas contingências associadas à pandemia) para o GT Saúde Mental tem-se realizado desde 2019 o Mental Talk, pretendendo realizar-se a 3ª edição no dia 15 de outubro de 2021 sob o tema “Direitos Humanos na Saúde Mental”.

As pessoas com experiência de doença mental enfrentam, todos os dias, discriminação e barreiras que as impedem de participar em condições de igualdade como os/as outros/as cidadãos/ãs.  Comumente são-lhes negados os direitos de serem incluídos no local de trabalho, de viver de forma independente, de ter acesso a recursos comunitários e de poder ter escolha no tratamento médico.

Porque os direitos humanos para as pessoas com experiência de doença mental não são apenas um instrumento, mas sim, uma forma de fortalecer a nossa sociedade contra a exclusão e a segregação, o 3º Mental Talk, tem como objetivo colocar em debate esta temática, de forma a que nenhuma pessoa fique para trás no seu direito de ser cidadão.

Neste sentido solicitamos a divulgação por todas as entidades e cidadãos a quem este tema possa interessar para que possamos abranger o maior número de pessoas possível.

Contamos com a sua participação na 3ª edição do Mental Talk – Lisboa em Rede pela Saúde Mental.

Para mais informações contactar: redesocialdelisboa@cm-lisboa.pt   Telefone 21.817.2462

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27º Encontro Nacional das Pessoas com Deficiência – CNOD

Realiza-se a 16 de Outubro de 2021, o 27º Encontro Nacional de Pessoas com Deficiência, organizado pela CNOD no Pavilhão Desportivo da Universidade do Minho.

Já saídos do período mais crítico da pandemia, este ano o Evento poderá contar com mais participantes e num modelo idêntico ao de anos anteriores. Nesse sentido divulgamos o programa e o transporte organizado de Lisboa para Braga.

Para inscrição contactar: cnod.sede@gmail.com

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Publicação “A Didática do Braille” 2020

O Instituto Nacional para a Reabilitação tem o grato prazer de informar que a Publicação “A Didática do Braille – compilação das comunicações apresentadas no seminário comemorativo do Dia Mundial do Braille de 2020”, da autoria do Núcleo para o Braille e Meios Complementares de Leitura, editada no corrente ano de 2021, já está disponível na página do Núcleo Braille, no sítio web do INR, I.P., em formato PDF.

Contactos: Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.

INR-Comunicacao@inr.mtsss.pt | Tel: 215 952 700

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Notícias

Mosaico Talks – VII Edição do Mosaico Social

O Município de Santa Maria da Feira, através da Rede Social concelhia, e a ADRITEM – Associação de Desenvolvimento Regional Integrado das Terras de Santa Maria, promovem a VII edição do Mosaico Social, que decorre entre 30 de junho de 2021 e 18 de junho de 2022. “Cuidar do Presente a Pensar no Nosso Futuro” é a temática desta edição.

As Mosaico Talks, iniciativa integrada na programação do VII Mosaico Social, são uma área fulcral deste encontro e um dos espaços privilegiados para encontrar, conhecer, difundir e debater as melhores práticas em cada área de discussão. O modelo são as comunicações livres, onde os/as oradores/as apresentarão a sua comunicação num tempo máximo de 10 minutos.

Vêm através da divulgação das Mosaico Talks, apelar à participação e submissão de propostas de comunicações livres, de acordo com as seguintes temáticas:

  • 09 de novembro de 2021 – Como cuidamos e podemos cuidar melhor das pessoas mais velhas?
  • 23 de novembro de 2021 – Como cuidamos da empregabilidade das pessoas portadoras de incapacidade e deficiência?
  • 30 de novembro de 2021 – Respostas inovadoras no cuidado às pessoas com doença mental.
  • 02 de dezembro de 2021 – Como cuidamos e podemos cuidar melhor das crianças e jovens?
  • 09 de dezembro de 2021 – Como cuidamos do acesso ao 1.º Direito da Constituição: Habitação.

As apresentações decorrerão nas datas acima indicadas, a partir das 15h00, na Sala do Jardim – Europarque, Santa Maria da Feira.

As inscrições devem ser realizadas através do preenchimento da Ficha de Submissão de Projeto, até 1 de outubro de 2021.

Segue em anexo o regulamento das Mosaico Talks. Clique aqui para consultar o programa e saber mais acerca do VII Mosaico Social.

Acompanhe o Mosaico Social no Facebook.

Gabinete Técnico da Rede Social
Divisão de Ação Social e Qualidade de Vida
Município de Santa Maria da Feira

Praça da República
4524-909 Santa Maria da Feira
tel + 351 256 370 800  fax + 351 256 370 878
rede.social@cm-feira.pt

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Comunicados

Dia Internacional da Alfabetização-2021

Alfabetizar – Devolver o Homem ao Homem

A comemoração,(08/09 2021)  do Dia Internacional da Alfabetização reveste significado importantíssimo, mas a comunicação social, súbdita dos imperialismos, promotora da escravatura cultural, encontrará outros temas intoxicantes, manipulatórios, para distrair, para vender falsidades, para ir fazendo negócio.

Alfabetizar é, hoje, muito mais que conhecer o alfabeto, que soletrar, é saber ««ler»», discernir os conteúdos inúteis da catadupa de verborreia que nos invade o espaço.

Alfabetizar é devolver o Homem ao Homem! Alfabetizar é: alargar, ao infinito, as capacidades de conhecimento universal disponíveis; distribuir igualdade, liberdade, dignidade; é combater, com tenacidade, esse caudal de mentira, de deformação da realidade, de intoxicação/manipulação dos grupos desfavorecidos, através de potenciais máquinas de guerra, a internet e outros instrumentos, quando ao serviço da opressão; incluir, abolindo todas as discriminações; repudiar toda a espécie de racismo; fazer chegar, a todos os cantos do planeta, a mensagem humanista, prelúdio da paz, tão necessária! «justiça é o novo nome da paz»! é consolidar a consciência da imperatividade do desenvolvimento sustentado, harmónico, equitativo que suprima: a pobreza, a fome, a guerra, com o cortejo miserando de calamidades, salientando esse flagelo monstruoso, «os refugiados», cujos imensos sofrimentos deveriam envergonhar «os homens bons», lá onde estiverem; as pessoas com deficiência, vítimas de tal vexame, serão, certamente, as que mais sofrem: a ONU define as pessoas com deficiência ««os mais pobres, entre os pobres»»; acrescentemos: as que mais padecem: em todas as guerras; nas pandemias; – exemplo o retrocesso educativo derivado das políticas propagandísticas derivadas do covid-2019 –  nas fomes; em todas as enfermidades.

«Educação, porta aberta à inclusão»! Educar é a mais nobre herança, porque abre todas as portas da realização humana; educar é incluir,  sem limites, sem falsos discursos retóricos, sem hipocrisias, sem sujeição, libertando  dos grilhões do mercado; «o oprimido assume a pedagogia do opressor»! como afirma Paulo Freire, esse paladino da alfabetização.

Nas últimas décadas as pessoas com deficiência acederam ao alargamento de possibilidades, mediante as novas tecnologias da comunicação; no retrocesso dos direitos humanos, adensa-se conspiração do mercado, condicionando, através de estratagemas económicos, limitações intoleráveis, o acesso a esses benefícios; se nada fizermos, em poucos anos, as tecnologias serão transformadas: em «prisão sem grades»; instrumentos opressores da «ditadura do mercado», submetendo os grupos desfavorecidos, incapazes de adquirir, por causa da extrema pobreza, as «maravilhas» que deslumbram as pessoas com deficiência que assumem, sem protesto, a política do opressor, agente da «exclusão».

A inclusão é um projecto profundamente humanista, baseando-se em requisitos incontestáveis, cuja concretização deverá constituir «direito fundamental», independente da condição económica.

Repudiemos, sem hesitação, a gritos altíssonos, a voraz vilania dos detentores dos instrumentos modernos da violação dos direitos humanos, focalizando o direito à educação, componente da plena inclusão.

A DDE/APD é «amigo de confiança»! não cessa de exortar à vigilância, à luta tenaz, à unidade inquebrantável, nessa longa batalha pela construção da sociedade inclusiva – a sociedade plenamente democrática –espaço para todos os seus membros.

Celebrando o 50º aniversário, a APD: não verga, não idolatra o grande capital,  não desiste da luta por ideais, não vende, a troco de quaisquer benesses, os seus princípios, o seu projecto singular, é constante no combate pacífico por todos os requisitos essenciais da inclusão.

Pesa sobre as pessoas com deficiência ameaça de «inimagináveis tribulações»! Sabemos/conhecemos o caminho! O percurso não é fácil; depende de nós: ultrapassar este apocalipse excluente;  transformá-lo em projecto inclusivo; abrir a senda da mudança prometida, reclamar oportuna realização.

A DDE/APD, intérprete do projecto humanista/singular da APD, nos últimos cinco decénios, critica a indisfarçável hostilidade às ONG’S/PD, resistentes à manipulação de todos os governos, através de malévolos estratagemas: {restrições antidemocráticas à sua autonomia/liberdade; ao crescimento: da intromissão, da burocracia, – parecendo transplantar a onda de corrupção reinante no «arco do poder,   directamente proporcional à promoção do voto cativo.}

Nada sobre Nós, sem Nós!

DDE/APD – O porta voz

DDE/APD – tlf: 268841666. Mail: dir.dde@sapo.pt

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Notícias

Projeto – Filarmónica Enarmonia

Estão abertas inscrições para o Projeto “Filarmónica Enarmonia” promovido pela Associação Bengala Mágica e apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian através da iniciativa PARTIS – Práticas Artísticas para a Inclusão Social. 

O projeto, que já decorre desde setembro de 2019, oferece  aulas gratuitas de Instrumentos (de sopro e percussão), Teoria e Formação MusicalTreino Auditivo Memorização e Musicografia Braille, a alunos cegos, com baixa visão e normovisuais visando  possibilitar e fomentar a prática de conjunto através da constituição de uma banda filarmónica: “Filarmónica Enarmonia”. 

As aulas  terão início no dia 1 de outubro (sábado), com regularidade semanal e destinam-se a crianças a partir dos 8 anos,  a jovens e  a adultos. As aulas irão decorrer na Academia de São Domingos de Benfica  em Lisboa (Quinta da Alfarrobeira – Rua António Saúde, N.º 11 a 13, 1500-048 Lisboa) aos sábados durante a tarde. 

Para inscrição neste projeto basta clicar no link:  https://forms.gle/X8Aq9jaSXkb753ui8  (posteriormente será contactado para recolha de mais informações). 

No dia 24 de setembro, entre as 14h e as 18h  iremos realizar uma aula aberta experimental e apresentação do projeto a quem ainda não o conhece. Esta aula decorrerá na sede da Associação (São Domingos de Benfica). Devido às exigências impostas pela Covid-19 teremos que ter algumas precauções pelo que a participação nesta aula exige uma inscrição prévia com marcação de horário (ligar para 965022483 para efetuar a marcação de aula).

A Associação Bengala Mágica está disponível para realizar aulas abertas em escolas ou outras instituições:

 

Para mais informações contactar:

BENGALA MÁGICA – ASSOCIAÇÃO DE PAIS, AMIGOS E FAMILIARES DE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO
Casa da Cidadania, Estrada de Benfica, 417A
1500-078 Lisboa

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Comunicados

Dia do SNS

O direito à saúde – direito primordial – consta, inequivocamente: da Declaração Universal dos Direitos Humanos; da Constituição de Abril; – equiparado ao direito à vida – cuja violação configura renegação intencional daqueles direitos, tão apregoados, quando convém, mas violados, impunemente.

A DDE/APD tem proclamado, infatigavelmente, a defesa do direito à saúde, [componente do direito à vida (direito primordial)] expressão humanista do rumo à sociedade inclusiva.

Em coerência, é defensora inabalável do SNS – Serviço Nacional de Saúde; censura asperrimamente todas as nefandas manobras postas em prática pelos poderes, aliados dos «predadores dos doentes», renegados propagandistas dos direitos humanos. 

Evocando o DiaNacional do SNS, a DDE/APD apoia/saúda todas as lutas em defesa do SNS, salientando os protestos promovidos pelos médicos que reclamam dignas condições de trabalho, equiparadas à qualidade dos serviços prestados às populações em progressivo empobrecimento; atinge foros de escândalo a redução de médicos em dedicação exclusiva no SNS, desmascarando a miserável propaganda; não bastam «palminhas», não bastam falsos aplausos, é preciso dignificar todos os trabalhadores do SNS; a pandemia deveria ter ensinado os protectores do negócio da saúde lições sobre o desastroso negócio da sua privatização; «cães e  lobos, comem dos mesmos bodos»! Que dizer da intolerável pressão sobre a ADSE? Como explicar silêncios cúmplices? «carteiras cheias»!     Porque toleraram a indigna falta do negócio privado, durante a pandemia? É vergonhoso o barulho contra a criação de novos cursos de medicina, quando certo personagem, revestido de hipocrisia, pedia mais médicos; porque não foi investigada a denúncia de favores aos hospitais que reduzissem as mortes ao covid-19, promovendo, indirectamente o negócio das vacinas? Não é criminosa a desigualdade na vacinação entre os países desenvolvidos e os países pobres?

O regime democrático fracassou na promoção dos direitos humanos; fazendo cuidada retrospectiva, cotejando a comunicação social – apesar da costumada subserviência – detectam-se: inúmeras afrontas ao direito à vida; intoleráveis negligências; descuidadas degradações de unidades de saúde; cedências aviltantes aos predadores da doença, cuja ganância de fabulosos lucros é permitida pelo sórdido negócio da saúde; injustas desigualdades, fustigando sempre as regiões interiores; dezenas de mortes evitáveis, se houvesse eficácia; crónico sub financiamento dos hospitais públicos, quando são afectas ao sector privado largas verbas, – milhões de euros; repartição fortemente assimétrica de recursos – económicos, logísticos, técnicos, humanos.

Este cenário trágico tem atingido, com particular injustiça, a região Alentejo, palco de reiteradas violações, – mortes: Évora, 1993; Reguengos, 2020 – violações sempre impunes  dos direitos humanos; são suficientemente conhecidos os seus traços negativos – desertificação, envelhecimento, dispersão –que exigem planificação rigorosa, cuidadosa, criteriosa.

É  espantosa a ausência de audição das populações; é fuga indigna às responsabilidades/atribuições do estado a repetida obstinação em transferir para as autarquias locais o sector da saúde, porque faltarão, seguramente, verbas suficientes para assegurar cobertura capaz ao público alvo, dadas as suas ingentes necessidades, derivadas da conhecida degradação do tecido social.

A DDE/APD preveniu, denunciou, reclamou! Apresentou imensas propostas! Sem diálogo, desvalorizando a experiência/conhecimento, nada mudou! Nas zonas deprimidas faltam:

planeamento; recursos; gestão eficaz…

Que explicação coerente para a recusa reiterada de plano de contingência para a região?

Falta, igualmente, capacidade reivindicativa, sendo espantosa a apatia do poder local…

A inércia das organizações cívicas é factor de estagnação; reformados, famílias, populações excluídas –  em risco de exclusão – precisam: tomar consciência; organizar-se; unir-se, para fazer ouvir as suas justas exigências, para gerar mudança!…

Defender o serviço Nacional de Saúde – gratuito, geral, universal – é participar da luta tenaz em defesa dos direitos humanos!

Nos nossos dias atribulados, vigiar, reclamar, lutar, afirma a dimensão universal da vaga crescente dos defensores: da fraternidade; da solidariedade; da justiça; da inclusão; do « novo humanismo»!

A DDE/APD não transigirá: na denúncia/condenação da mercantilização/negócio da saúde; na defesa do direito à saúde – equiparado ao direito à vida; na luta, nas lutas, em defesa do SNS; na longa batalha pela construção da sociedade inclusiva…

Saúde, Inclusão, a mesma reivindicação

DDE/APD – O porta voz           

DDE/APD – tlf: 268841666; mail: degesdira@sapo.pt