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Morte de dezenas de hemodializados

Tragédias do Alentejo

Recordar o Passado – Lição de Futuro

A evocação do 28º aniversário da «tragédia de Évora» – morte de dezenas de hemodializados, Hospital Évora, 1993; mortes em Reguengos, 2020:  sinalizam a renegação dos direitos humanos; prefiguram a actual calamidade: não serão idênticas as causas das duas repugnantes tragédias? Não serão os mesmos actores? Não ficarão impunes os culpados? A pandemia repete os mesmos processos: oculta os culpados; engana o povo, utilizando como instrumento dócil a comunicação social, sempre disponível a servir os senhores; há-de contaminar-se a História, apagá-la, se fôr possível… A verdadeira História desta calamidade talvez seja conhecida pelos nossos netos, tal é o poder de mentir, manipular, mistificar dos grupos que acumulam fartos lucros. Intimidam, enquanto convém; vendem falsa esperança, quando farejam oportunidade de mais abundante exploração; provocam a «guerra das vacinas», para justificar a verdadeira razão da «prisão sem culpa», promovida pelos partidos do arco da corrupção, transformados, paulatinamente, em arco da opressão, temerosos da  luta tenaz pela erradicação das terroríficas consequências deste desastre. Inábeis na persuasão, minguados de sabedoria, aplicam a repressão;  Outra vez a impunidade; outra vez a farsa de acusações entre os negligentes; outra vez injustas perdas de vida.

Estes episódios funestos deixam sábia lição histórica: «a memória dos homens é curta»! Os verdugos são hábeis: na fábula; no embuste; visam: o «negro esquecimento»; a fuga à culpa inexorável por tantos desmandos, temendo a efectiva punição.

Cabe-nos: despertar as multidões para as heróicas lutas – talvez regadas com sangue de mártires – que hão-de guiar-nos à mudança; agir infatigavelmente, pela «palavra esclarecida», como agentes convictos/confiáveis da defesa dos direitos humanos, – Direito à Vida – grosseiramente espezinhados; defrontar os adversários, sem hesitação, porque subvertem a verdade, corrompem a comunicação social, cuja subserviência asseguram, através dos costumados estratagemas corruptos; censurar complacências, repudiar cumplicidades, amigas do suborno, inimigas da dignidade humana; evocar a História; resistir à infâmia/injúria dos inimigos do humanismo; Agitar a multidão dos oprimidos, no duríssimo percurso conducente à inclusão.

Nesta amargurada efeméride, recordemos, pesarosos, todos os que perderam a vida, por intoleráveis culpas, omissões, negligências, oriundas das inibições dos estados na garantia do direito à saúde – equiparado ao direito à vida.

Tão grande culpa  reproduz-se, agora, na aprovação da eutanásia, suprema infâmia: oculta a traição dos direitos humanos, cuja renegação é aviltante retrocesso civilizacional; exprime a opção: suprimir custos sociais; favorecer o capital. 

A DDE/APD recusou, recusa, recusará «apagar a História» das infinitas vilezas do capitalismo, concretizadas na morte (eutanásia) planificada, à dimensão planetária, dos grupos desfavorecidos: – pessoas com deficiência, pobres,  idosos.

A DDE/APD, recordando: o 50º aniversário da Lei 6/71/11/08; o 45º aniversário da Constituição de Abril;   o 40º aniversário da DPI; o 30º aniversário da Declaração de Harare; declara, convicta:

É imperativo reedificar as ONG’S/PD; retomar, com fortaleza, o atribulado percurso da conquista da construção da sociedade inclusiva; pugnar, infatigavelmente, pelo primado do diálogo; recusar, determinadamente, fingimento de participação; garantir, em todo o território, a consolidação de organizações ««das pessoas com deficiência»» fortemente comprometidas: na rejeição de organizações fingidas promotoras de inclusão;  na defesa de todos os direitos dos grupos desprotegidos, salientando os seus representados; na pedagogia activa/esclarecida  da construção da sociedade inclusiva.

DDE/APD – O porta voz  – tlf: 268841666; mail: degesdira@sapo.pt  

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Dia mundial da Saúde

Cresce a Desigualdade – Retomar Inclusão

É relevante, nesta tremenda conjuntura, celebrar (07/04) o Dia Mundial da Saúde!

A catastrófica pandemia – cujas causas não são transparentes – confirmou a justeza das políticas públicas de saúde; onde não existem, cresceu a mortalidade, faltaram cuidados preventivos, agravou-se a pobreza, o desemprego, gerou-se o caos; explodiram, na sua verdadeira dimensão, as execráveis consequências das desmedidas ganâncias dos predadores da doença – os grandes grupos económicos, cuja crueldade se revelou na «guerra das vacinas», sendo intolerável/inconcebível o rotundo fracasso da União Europeia: no combate efectivo, esclarecido, à pandemia; na opção pela política mesquinha, em detrimento da ciência;  descuidou possibilidades terapêuticas;  cedeu aos interesses dos predadores da pandemia, cujos lucros aumentaram; Cresceram todas as desigualdades; promoveu a intimidação, através de requintados esquemas de propaganda, utilizando a comunicação social, isolando as populações, temerosa das justas lutas futuras contra à expansão de todas as calamidades: mortalidade; doença; fome; pobreza, desemprego, entre outras, salientando o desmesurado crescimento de transtornos mentais.

Será que em Portugal os adeptos do «negócio da saúde» aprenderam a lição? Que explicação razoável para o afastamento do sector da saúde privada no tratamento da pandemia? Porque não foi requisitado? Porque milhares de médicos disponíveis solidariamente para trabalhar no SNS foram excluídos? Porque foram suspensas milhões de consultas/tratamentos?

No «Dia Mundial da Saúde» é justo assinalar tantas falhas, tanta manipulação, tanta hipocrisia, porque, os que apregoam «salvar vidas», promovem a morte, insistindo, obstinadamente, na eutanásia.

O direito à saúde – direito primordial – consta, inequivocamente: da Declaração Universal dos Direitos Humanos; da Constituição de Abril; – equiparado ao direito à vida – cuja violação configura renegação intencional daqueles direitos, tão apregoados, quando convém, mas violados, impunemente.

O regime democrático fracassou na promoção dos direitos humanos; fazendo cuidada retrospectiva, cotejando a comunicação social – apesar da costumada subserviência – detectam-se: inúmeras afrontas ao direito à vida; intoleráveis negligências; descuidadas degradações de unidades de saúde; cedências aviltantes aos predadores da doença, cuja ganância de fabulosos lucros é permitida pelo sórdido negócio da saúde; injustas desigualdades, fustigando sempre as regiões interiores; dezenas de mortes evitáveis, se houvesse eficácia; crónico sub financiamento dos hospitais públicos, quando são afectas ao sector privado largas verbas, – milhões de euros; repartição fortemente assimétrica de recursos – económicos, logísticos, técnicos, humanos.

Este cenário trágico tem atingido, com particular injustiça, a região Alentejo, palco de reiteradas violações, – mortes: Évora, 1993; Reguengos, 2020 – sempre impunes,  dos direitos humanos; são suficientemente conhecidos os seus traços negativos – desertificação, envelhecimento, dispersão –que exigem planificação rigorosa, cuidadosa, criteriosa.

É  espantosa a ausência de audição das populações; é fuga indigna às responsabilidades/atribuições do estado a repetida obstinação em transferir para as autarquias locais o sector da saúde, porque faltarão, seguramente, verbas suficientes para assegurar cobertura capaz ao público alvo, dadas as suas ingentes necessidades, derivadas da conhecida degradação do tecido social.

A DDE/APD preveniu, denunciou, reclamou! Apresentou imensas propostas! Sem diálogo, desvalorizando a experiência/conhecimento, nada mudou! Nas zonas deprimidas faltam:

planeamento; recursos; gestão eficaz…

Que explicação coerente para a recusa reiterada de plano de contingência para a região?

Falta, igualmente, capacidade reivindicativa, sendo espantosa a apatia do poder local…

A apatia das organizações cívicas é factor de estagnação; reformados, famílias, populações excluídas –  em risco de exclusão – precisam: tomar consciência; organizar-se; unir-se, para fazer ouvir as suas justas exigências, para gerar mudança!…

Defender o serviço Nacional de Saúde – gratuito, geral, universal – é participar da luta tenaz em defesa dos direitos humanos!

Nos nossos dias atribulados, vigiar, reclamar, lutar, afirma a dimensão universal da vaga crescente dos defensores: da fraternidade; da solidariedade; da justiça; da inclusão; do « novo humanismo»!

DDE/APD – O porta voz  – tlf: 268841666; mail: degesdira@sapo.pt    

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Evocar Constituição Reclamar Inclusão – Rumo Abril!

Consolidar a unidade dos defensores da Revolução de Abril em torno da Constituição é exigência inadiável; recordar, o 45º aniversário (02/04) da aprovação da «Constituição de Abril» implica reflectir sobre os valores que consagra, salientando a convergência com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, na garantia dum vasto elenco de direitos, liberdades, compromissos. Defender a Constituição equipara-se a defender a revolução que a produziu. É transcendente sublinhar a inovação – nesta Europa decadente, submissa, belicista, corrupta, –  da Constituição de Abril que inscreve a inclusão como princípio matricial dos direitos humanos, acolhendo, antecipadamente, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Apesar de todas as ofensivas oriundas das catacumbas obscuras do capital, a Constituição resiste, porque os trabalhadores, todos os grupos desprotegidos encontram justos motivos para lutar, abnegadamente, pela sua defesa. Ainda não se cumpriu Abril! As crises, de causas diversas, são consequência da sua permanente afronta pelas forças dos poderosos, com inqualificáveis complacências de centros de sórdidos interesses, acolhidos/protegidos pelos diversos poderes, afastados das verdadeiras necessidades/aspirações da larga maioria dos portugueses, principalmente nas regiões discriminadas do interior.

A Constituição: a «trave mestra» do regime democrático; repositório dos direitos dos cidadãos; objecto de acrisolado ódio por parte dos centros de exploração; abominada pelos adversário dos direitos humanos; inscreve a matriz de conquistas, liberdades, reivindicações da grande maioria dos portugueses pobres; lastima-se a apatia na defesa desta bandeira da Revolução de Abril; todas as calamidades que nos afligiram, afligem, afligirão, são expressão do fracasso do estado no cumprimento da Constituição; é preciso denunciar todas as sórdidas manobras, as sórdidas alianças secretas,  visando revogar, ou neutralizar, as disposições progressistas da Constituição; resgatemos a Constituição na sua matriz libertadora! rejeitemos intoleráveis estratagemas redutores, antagónicos: às conquistas de Abril; aos direitos dos desprotegidos;  subversão do poder local (conquista de Abril) porque as deploráveis transformações negativas   são oriundas dos partidos do «arco da corrupção»;    propaganda, infâmia, injúria, não faltam para denegrir os valores de Abril; reaparecem os «decrépitos fantasmas» do fascismo, perante a vexante indiferença de milhares, cujo desconhecimento da História recente os aliena com delirantes aspirações insustentáveis, porque esses «abutres de penas negras» devorariam as conquistas, devolvendo ancestrais padrões de miséria.

Atingem-se patamares escandalosos de corrupção; fabricam-se espantosas manipulações urdidas pela comunicação social – instrumento predilecto do capital –louvam-se aberrantes esquemas de hipnotização das multidões; corrompem-se ancestrais valores; parece louvar-se a pobreza de muitos, para promover o enriquecimento ilícito de muito poucos.

Não pesa a miséria, o deficit é mais importante!
A  recente pandemia – cujas causas são ocultas – confirmou a justa opção pelos serviços públicos inscrita na Constituição: que teria sucedido, se não houvesse – apesar de ferozes ataques – o Serviço Nacional de Saúde? Quem poderia aceder à educação, à margem da escola pública? Que aconteceria à inclusão, se não fosse consagrada na Constituição?

Fez-se muito pouco pela inclusão; abundaram discursos hipócritas; suprimiram-se direitos – diálogo/participação – inscritos na Constituição; os diversos poderes afastaram-se, paulatinamente, durante Estes 45 anos, com inaudita complacência das organizações representativas das pessoas com deficiência, de estratégias conducentes à inclusão plena, embora Portugal ratificasse a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Prima entre inúmeras organizações visão oportunista, caritativa, assistencialista, longe, muito longe, da visão progressista/humanista das ONG’S/PD internacionais idóneas.

Falta audácia, fortaleza, transparência, probidade, para cumprir, no  âmbito da inclusão, a Constituição de Abril…

A Europa, interferindo grosseiramente na nossa soberania, é obstáculo impactante na promoção das conquistas constitucionais.

A DDE/APD: Aplaude, no 45º aniversário, a Constituição de Abril; saúda, amistosamente, o poder local democrático; declara plena actualidade do texto; deplora as iníquas mutilações negativas promovidas pelos inimigos dos direitos humanos; convoca os grupos desprotegidos – vítimas de tão injusta desigualdade,– à resistência, à unidade indestrutível para defender, cumprir, fazer cumprir a Constituição de Abril.

 

Constituição de Abril – Abrigo de Inclusão      

 

DDE/APD – O porta voz – tlf: 268841666; mail: degesdira@sapo.pt

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Legislação

Abril 2021

Legislação Abril

Resolução da Assembleia da República n.º 106/2021

Recomenda ao Governo que assegure medidas de educação inclusiva em estado de emergência
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/160686624/details/maximized?serie=I&day=2021-04-01&date=2021-04-01

Declaração n.º 6/2021

Composição do mecanismo nacional de monitorização da implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/160769660/details/maximized?serie=I&day=2021-04-05&date=2021-04-01

Portaria n.º 80/2021

Regulamenta as condições e procedimentos relativos ao pagamento em prestações à segurança social para regularização de dívida de contribuições e quotizações
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/161014478/details/maximized?serie=I&day=2021-04-07&date=2021-04-01

Lei n.º 19/2021

Define as condições para a acumulação das prestações por incapacidade permanente com a parcela da remuneração auferida pelos trabalhadores em caso de incapacidade parcial resultante de acidente ou doença profissional, alterando o Decreto-Lei n.º 503/99, de 20 de novembro, que aprova o regime jurídico dos acidentes em serviço e das doenças profissionais no âmbito da Administração Pública
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/161091059/details/maximized?serie=I&day=2021-04-08&date=2021-04-01

Declaração de Retificação n.º 12/2021

Retifica a Declaração n.º 6/2021, de 5 de abril, «Composição do mecanismo nacional de monitorização da implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência» https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/161091060/details/maximized?serie=I&day=2021-04-08&date=2021-04-01

Resolução da Assembleia da República n.º 126/2021

Recomenda ao Governo a adoção de medidas concretas no âmbito da diabetes
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/162244835/details/maximized?serie=I&day=2021-04-28&date=2021-04-01

Resolução da Assembleia da República n.º 128/2021

Recomenda ao Governo que apresente, com carácter de urgência, o estudo relativo à definição das condições de acesso à reforma antecipada para as pessoas com deficiência https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/162314513/details/maximized?serie=I&day=2021-04-29&date=2021-04-01

Resolução da Assembleia da República n.º 131/2021

Recomenda ao Governo o reforço urgente da rede nacional e da formação em cuidados paliativos
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/162314516/details/maximized?serie=I&day=2021-04-29&date=2021-04-01

Lei nº 14/2021

Regime transitório para a emissão de atestado médico de incapacidade multiúso para os doentes oncológicos
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/160893668/details/maximized?serie=I&day=2021-04-06&date=2021-04-01

Resolução da Assembleia da República nº 111/2021

Recomenda ao Governo a descentralização das juntas médicas
https://dre.pt/web/guest/home/-/dre/161161488/details/maximized?serie=I&day=2021-04-09&date=2021-04-01

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Ciclo de eventos DESCONSTRUIR VIOLÊNCIA SEXUAL

Quebrar o Silêncio convida a participar no ciclo de eventos DESCONSTRUIR VIOLÊNCIA SEXUAL.

Este ciclo acontecerá todas as quintas-feiras durante o mês Abril pelas 18h30. 

No total serão abordados cinco temas distintos com cinco convidadas igualmente distintas.

Cada conversa tem como objetivo discutir um determinado tópico, explorando a sua definição e ramificações da mesma. Numa altura em que se observa a presença de desinformação e ruído, sentimos necessidade de criar este evento para esclarecer as bases, nomeadamente de matérias tão sensíveis e complexas como a violência sexual. Cada tema terá um momento de conversa inicial com a respetiva convidada e depois será aberto ao público espaço para colocar questões.

Todas as quintas-feiras de abril, às 18h30.  –   Duração das conversas entre 1h30 a 2 horas.

DiasTemasConvidadas
01/04Violência sexual Margarida Medina Martins
08/04ConsentimentoMaria João Faustino
15/04Responsabilização da vítimaIsabel Ventura
22/04Papel da Comunicação SociaCatarina Marques Rodrigues
29/04Prevenção da Violência sexual contra criançasVânia Beliz


Para participar basta inscrever-se através deste formulário: https://forms.gle/KdvHKZKsc64wDPcV6

O link Zoom é disponibilizado no final do formulário.

A participação é gratuita.

Mais informações:

móvel +351 915 340 249

e-mail: info@quebrarosilencio.pt

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Em Hollywood – Livro de Maria Inês Bernardo

O meu primeiro livro, aos 11 anos de idade!

Olá
O meu nome é Maria Inês Tavares Bernardo e nasci no dia 12 de dezembro de 2009, na ilha de São Miguel, Açores.
Aos cinco anos vivi quase um ano em Lisboa, porque a minha mãe estava nos tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Depois voltei para a minha ilha de São Miguel e continuo na escola, sempre com boas notas e bom comportamento.
No mundo dos livros eu encontrei a magia, a força e a coragem para enfrentar todas as dificuldades da vida.  
Só tendo 11 anos de idade escrevi mais uma das minhas histórias só que, desta vez, decidi lutar pelo meu sonho de me tornar oficialmente numa escritora e publiquei um livro chamado “Em Hollywood“.
Já estou a escrever o meu segundo livro, mas preciso que o primeiro seja um sucesso para publicar o segundo, que está muito melhor!
Gostava muito que comprassem o meu livro, porque assim todas as crianças da minha idade podiam ver que é possível lutar muito e concretizar os nossos sonhos.
Espero que me ajudem porque eu quero tornar-me uma grande escritora que leve a Língua Portuguesa pelo mundo fora e porque quero muito ir estudar na Universidade de Harvard. Por isso tenho de trabalhar muito para conseguir ter uma conta para pagar os meus estudos em Harvard e ao mesmo tempo continuar a fazer o que eu adoro: escrever!!!
Espero que comprem o meu primeiro livro e continuem a seguir a minha escrita, a minha imaginação e pensamentos, até eu ser uma escritora a escrever em Português para todo o mundo! Porque eu acredito que vou conseguir atingir o meu sonho!

Obrigada 
Em Hollywood – Maria Inês Bernardo

 

Sinopse:

 “Em Hollywood”
 Emily, uma rapariga aparentemente simples, decidiu   aventurar-se   com  a   sua melhor amiga num fantástico fim de   semana em   Hollywood.  Por entre   muitas aventuras e desafios,   Emily   encontrou-se  inesperadamente com a   sua sósia famosa.   A partir   desse momento a sua vida deu uma reviravolta   e, além  de   conhecer o seu primeiro amor, Emily entrou no   mundo das   estrelas, um mundo com muita fama, peripécias e,   até, traições!»

 https://www.chiadobooks.com/livraria/em-hollywood 

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Vacinações Covid-19 em Lisboa

Câmara Municipal de Lisboa garante táxis gratuitos para vacinação COVID

Telef. 218 172 021

A Câmara Municipal de Lisboa, assegura a partir do dia 1 de março, o transporte em táxi para os locais de vacinação aos munícipes que vivem em Lisboa, que tenham 80 ou mais anos ou mais de 50 anos com patologias e dificuldades de mobilidade ou deslocação.

Se pertence a um destes grupos, quando for convocado para a toma da vacina, ligue 218 172 021 e solicite o transporte por táxi até ao centro de vacinação.
A Câmara de Lisboa paga o transporte desde a sua morada de residência em Lisboa até ao ponto de vacinação indicado, bem como o regresso ao seu domicílio.
Este serviço não tem qualquer custo para o utente, que poderá ser acompanhado por um familiar, respeitando as regras sanitárias em vigor.


Como solicitar o serviço de transporte em táxi:
1. ligue o 218 172 021.
2. identifique o nome do utente, a morada completa, número de telemóvel/telefone, e centro de vacinação de destino.
3. Indique a hora de saída, tendo o tempo de deslocação e a hora da vacina.
4. Se necessitar de ajuda para entrar ou sair do veículo, indique por favor ao operador.
5. Depois de ser vacinado, para pedir o serviço de regresso à sua casa deve voltar a contactar o número 218 172 021 e referir a informação identificada para o transporte de ida.
O pedido pode ser solicitado pelo utente, Centro de Vacinação ou pela Junta de Freguesia.

  

Câmara Municipal de Lisboa
Departamento de Marca e Comunicação
Rua Nova do Almada, 53 | 1200-288 Lisboa

Telefone (+351) 218 172 500

www.lisboa.pt |DMCom@cm-lisboa.pt

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Formação profissional – Assistente Administrativo

Centro de Formação Profissional Espaço 7 Ofícios – APCL, está a dinamizar uma ação de formação.
Trata-se do Curso de Assistente Administrativo, destinado a pessoas com deficiência e incapacidade.
É um Curso inicial na área administrativa com Bolsa de Formação, Subsídio de Alimentação e Transporte.

As inscrições podem ser feitas  em: www.apcl.org.pt

Sendo os candidatos posteriormente contatados a fim de realizar a o processo de entrevista/avaliação.

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Dia Internacional da Mulher – 2021

As circunstâncias trágicas que rodeiam, este ano, a celebração  do Dia Internacional da Mulher (08/03) revelam o subdesenvolvimento crónico de Portugal.

A pandemia, cujas duras consequências são conhecidas, foi cenário de propaganda (propagandas) onde pontificou a cumplicidade escrava da comunicação social; tudo o que não se integrava na ideologia da propaganda, era censurado; muita informação esclarecedora foi, acintosamente, omitida/suprimida. Pouca pedagogia, imensa demagogia!…

Órgãos de soberania (governo, presidente da república) dividiram a comunicação social, onde apareciam, repetidamente, sem dizer «nada de novo», mas para intimidar. A História ensina: {«a fome matou, mata, matará muito mais que a pandemia»!}

O pior há-de vir! – 400 mil desempregados (1º ministro) – Organizações idóneas previnem: «aproxima-se terrível tragédia social»…

Como interpretar a obstinação de «prender os cidadãos»? Qual é a diferença entre morrer de covid-19, ou morrer de fome? Temos mais medo de viver, que de morrer!

O PRR, a «bazuca» são modos de semear ilusão; é fundamental vigiar, acompanhar, controlar, para que esses instrumentos de ajuda não sejam absorvidos, como costume, pelas carteiras do grande capital.   

Como pode confiar-se em «chavões»: «salvar vidas», quando, justamente nesta época de trevas, é aprovada a eutanásia?

180 dias de supressão das liberdades são ensaio perigoso, cuja experiência pode revelar-se fatal para a mesma democracia. Há quem tenha pavor das liberdades de Abril, e saudades da antiga repressão.

As mulheres são combativas, indispensáveis, na vaga de lutas futuras, na defesa de liberdades, direitos, sufocados, prendendo o povo em casa, para reprimir lutas, porque os projectos de miséria/opressão são brutais… É inadiável retomar, com inédita fortaleza, a luta! é importante a participação das mulheres, vítimas de pesados sofrimentos, de desigualdades, das pesadas/imprevisíveis sequelas da crise… A pandemia é a «face negra» da acutilante crise do capital, como é afirmado, embora a nossa comunicação social ignore, por servidão, tais análises. A DDE/APD saúda, fraternamente, as mulheres; exorta-as à participação permanente nas futuras lutas de resistência, porque foram, são, serão, as vítimas mais sofredoras, se não agirem, se não reclamarem, se não combaterem o «bom combate» pela justiça social…

 

No dia 08 de Março organizar, intervir em manifestações, protestos, lutas; participar na manifestação comemorativa do DiaInternacional da Mulher, romper os grilhões tecidos para facilitar a opressão, para permitir o agravamento previsível da exploração.

Exercitar a liberdade, os direitos, para alargar a possibilidade de mudança, sempre no grande coração das mulheres…Desfaçam-se ilusões! Não nos deixemos enganar!

Sem luta, sem denúncia, prisioneiros, por conveniência do grande capital temeroso, assistiremos ao cortejo de calamidades – da fome à doença, à morte de milhares… de fome! Crescem as desigualdades, agita-se o fantasma do teletrabalho, não para favorecer as mulheres, mas para alargar o sórdido lucro do grande capital.              

A DDE/APD conhece a experiência sofrida (fome, pobreza, miséria, desigualdade) das mulheres alentejanas; convida-as a retomar à luta… As mães são as primeiras mestras de luta, de liberdade, de direitos humanos, de inclusão!

No berço:  abre-se o entendimento, revela-se o amor, aguça-se a dignidade, recusa-se a opressão, ensina-se a igualdade,  combate-se a discriminação, promove-se a inclusão…

As mulheres,  unidas, organizadas, são vertente forte das organizações, pilares inultrapassáveis da edificação da sociedade inclusiva.

A fortaleza combativa das mulheres afirma-se: na adesão à mudança; na rejeição de falsas divisões sexistas; na convicção da imperatividade do rumo ao progresso, à paz, à igualdade, à justiça social, à inclusão!… 

 

Novas Repressões – Novas Lutas!

A tragédia atinge todos! – Todos na Luta!

Nada sobre Nós, sem Nós!

DDE/APD – O porta voz

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Inquérito sobre Turismo Acessível

Celine Castro e Mariana Serra encontram-se de momento a desenvolver um projeto que prevê a criação de uma agência de viagens especializada para Pessoas Portadoras de Deficiência, que permita melhorar a sua experiência de viagens e que contribua para o aumento da inclusão destas pessoas na sociedade. 

Solicitam a disponibilidade de responderem  ao inquérito de estudo preparado com o objetivo à análise, mensuração e avaliação mais particular das pessoas portadoras de deficiência, seus familiares e amigos no que toca a lazer, férias e viagens.  

O link de acesso ao questionário Inquérito sobre Turismo Acessível (google.com)

Para que melhor possam perceber o projeto em causa, deixamos um vídeo de apresentação do mesmo para vossa apreciação: https://youtu.be/jEdH0qd5tig