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Sobre a denúncia de incumprimento da Convenção por parte do IPDJ

Em resposta a comunicado enviado ao Sr. Primeiro Ministro, a 23 de Janeiro, pela Associação Portuguesa de Deficientes (APD) com a denúncia do incumprimento da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), fomos informados pelo Chefe de Gabinete do Sr. Primeiro Ministro  que o assunto foi encaminhado para o Gabinete da Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares.

Para memória, transcrevemos o teor do Comunicado da APD:

COMUNICADO APD

APD excluída do Programa Nacional Desporto para Todos

No dia 26 de Dezembro, o IPDJ comunicou à APD o não financiamento do Projeto “Ativa-te! Pratica Desporto”, no âmbito do Programa Nacional Desporto para Todos, nos seguintes termos: “Infelizmente, atendendo ao número elevado de candidaturas recebidas e tendo em consideração a dotação orçamental disponível para apoio, vimos por este meio comunicar que a mesma não pode ser apoiada este ano pelo Programa”. Ou seja, a APD foi excluída sem qualquer critério de avaliação da qualidade e pertinência do projeto de candidatura apresentado!

E no entanto…

Há 50 anos que a APD tem procurado fomentar a prática do desporto por pessoas com deficiência, como atividade de promoção, por excelência, do bem-estar e da inclusão sociocultural dessas pessoas.

Felizmente, este esforço tem dado frutos. Atualmente, a APD orgulha-se de ter três equipas de Andebol (Figueira da Foz, Leiria e Porto) e cinco equipas de Basquetebol em cadeira de rodas (Braga, Leiria, Lisboa, Paredes e Sintra), equipas que fornecem a esmagadora maioria dos atletas que integram as seleções nacionais nessas modalidades desportivas, contribuindo decisivamente para as vitórias que têm prestigiado Portugal, no âmbito do Basquetebol e do Andebol em cadeira de rodas, em competições de âmbito internacional. Recentemente, a 20 de Novembro de 2022, em Leiria, Portugal sagrou-se campeão europeu e mundial de andebol. 80% dos atletas campeões eram da APD – Leiria e da APD – Porto, como seguramente sabe o Secretário de Estado da Juventude e Desporto. Ademais, muitos atletas da APD participam em provas de atletismo e a APD empenha-se em desenvolver outras modalidades de cultura e desporto, sendo o Xadrez inclusivo o exemplo mais recente.

A APD trabalhou, também, incansavelmente para a constituição da Federação Portuguesa de Desporto para Deficientes, em 1988, tendo integrado a sua 1.ª Direção, em 1992. Mais, uma consulta à página web do Comité Paralímpico sobre desporto inclusivo mostra a importância da APD, como única ou quase única possibilidade para as pessoas com deficiência praticarem basquetebol ou andebol em cadeira de rodas nos Distritos de Braga, Leiria, Lisboa e Porto.

Duas palavras sobre o projeto “Ativa-te! Pratica Desporto” com que a APD se candidatou ao Programa Nacional Desporto para Todos. Inserido no Eixo Prática Desportiva Regular, o projeto centra-se na promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência à informação sobre a prática de desporto adaptado para pessoas com deficiência, designadamente: realizando demonstrações ao vivo, em contexto escolar, com o apoio de técnicos capacitados para prestar aconselhamento; desenvolvimento de manuais em formato de papel e digital para a prática de desporto em meio domiciliar e laboral; criação de um portal online de informação destinado às pessoas com deficiência. É, pois, um projeto totalmente integrado nos objetivos do Programa e que está orientado para cidadãos marginalizados pela prática desportiva. Nesse sentido, o projeto APD integra-se, também, nos objetivos da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Face ao exposto, a APD denuncia a decisão discriminatória do IPDJ pelo não cumprimento dos princípios da justiça e da imparcialidade, na medida em que o IPDJ não apresenta qualquer critério de seleção das candidaturas ao Programa Nacional Desporto para Todos, dentro das condições de constrangimento impostas pela insuficiente dotação orçamental, que justifiquem a exclusão da APD.

Em nome da transparência, a APD solicita a publicação da lista de entidades que se candidataram ao Programa, identificando as que foram aceites e as que foram recusadas.

Lisboa, 10 de janeiro 2023

O Secretariado Executivo da APD

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Provedora de Justiça alerta para a urgência de prorrogar a validade de atestados médicos de incapacidade multiusos caducados por falta de resposta do Estado

A pandemia veio acentuar e agravar as queixas quanto aos atrasos das juntas médicas e à emissão do AMIM.

Apesar da legislação determinar que as juntas médicas devem realizar-se no prazo de 60 dias a contar da data da entrega do requerimento, prevalece um atraso abismal, podendo ir até 2 anos. Este facto, foi reconhecido em 2020 pela Provedoria da Justiça que decidiu enviar algumas recomendações ao Secretário de Estado da Saúde no sentido de colmatar este problema, propondo também medidas para agilizar os procedimentos das juntas médicas.

O Governo decidiu a prorrogação dos AMIM até 31 de dezembro de 2022, no caso da sua validade ter expirado em 2019 ou em 2020 e até 31 de dezembro de 2023, no caso da sua validade ter expirado em 2021 ou expire em 2022.

Simultaneamente, foi publicado o Decreto-lei 1/2022, de 3 de janeiro que alterou o regime de avaliação de incapacidade das pessoas com deficiência, com o objetivo de agilizar os procedimentos no âmbito da emissão do AMIM, permitindo-se, designadamente, que a atribuição destes atestados, para alguns tipos de patologias, possa ser efetuada através de avaliação de processo, dispensando-se a avaliação física presencial do requerente.

Porém, estas medidas revelaram-se manifestamente insuficientes pelo que a Provedoria da Justiça, decidiu oficiar novamente a 25 de Janeiro, o Secretário de Estado da Saúde sobre esta realidade.

Pode consultar mais informação e o oficio na integra aqui:

https://www.provedor-jus.pt/atrasos-na-realizacao-de…/

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Portugal é Campeão do Mundo e da Europa em Andebol em Cadeira de Rodas

Portugal sagrou-se Campeão Mundial e Europeu de Andebol em Cadeira de Rodas no passado dia 20 de novembro, em Leiria, ao vencer os Países Baixos por 10-18 na final da “World and European Wheelchair Handball Championship”, competição que escolheu o nosso país para a realização da sua primeira edição e onde participaram também as seleções da Roménia, Índia, Espanha, Hungria, Noruega, Croácia e Paquistão.
Da seleção lusa, composta por 16 atletas e liderada por Danilo Ferreira, Selecionador Nacional que levou Portugal ao ouro em 2018 e à conquista da prata, no ano seguinte, seis atletas são da APD Leiria, seis são da APD Porto, um é da CMRRC – Rovisco Pais, um é do Clube Naval Setubalense e dois do CPSB Messines/ Algarve.
E quem são eles?
João Jerónimo, Marco Francisco, Iderlindo Gomes, Nuno Nogueira, João Pedro e Maria Albertina Relvas, da APD Leiria; Diana Machado, Pedro Marques, Etelvina Vieira, Ricardo Queirós, Rodrigo Vieira e Adriano Mendes, da APD Porto; Filipe Cerqueira, do CMRRC – Rovisco Pais; Euclides Soares, do Clube Naval Setubalense; Tiago Cantigas e Rui Rodrigues do CPSB Messines/Algarve.
Parabéns Campeões!

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(IN)tegra

O gabinete (IN)tegra pretende ser um Gabinete de Apoio à Inclusão Profissional. Este será um lugar onde será disponibilizada informação sobre ofertas de emprego e técnicas de procura de emprego para pessoas com deficiência, com um apoio individualizado quer a candidatos quer a empresas que procuram promover o recrutamento inclusivo.

Serão promovidas sessões de apoio para a procura ativa de emprego direcionadas para a criação de CV, apresentação de candidaturas a ofertas de emprego. Para as empresas será um apoio direcionado para as necessidades das pessoas com deficiência, adaptação do posto de trabalho com sessões de sensibilização em contexto laboral.

O Gabinete contempla a criação de um Fórum e um momento de debate/conversa com a participação de candidatos e empresas.

Programa cofinanciado pelo Programa de Financiamento a Projetos do INR, I.P.
 

 

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Actualização da Prestação Social para Inclusão

Actualização da Prestação Social para Inclusão

Foi ontem publicada a Portaria n.º 31-B/2023, FINANÇAS E TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL, que procede à atualização do valor de referência anual da componente base e do valor de referência anual do complemento da prestação social para a inclusão, bem como do limite máximo anual de acumulação da componente base com rendimentos de trabalho.

Assim, o valor anual da componente base da PSI para 2023 é atualizado em 8,4%, passando a ser 298,43€.

O valor de referência anual da componente base da prestação social para a inclusão, é fixado para o ano de 2023 em 3581,08€.

O valor de referência anual do complemento da prestação social para a inclusão, é fixado para o ano de 2023 em 5858,63€.

O limite máximo anual de acumulação da componente base da prestação social para a inclusão com rendimentos, nas situações em que existam rendimentos de trabalho, é de 10 640€ para o ano de 2023.

Produz efeitos a partir do dia 1 de janeiro de 2023

O documento pode ser consultado aqui: https://dre.pt/dre/detalhe/portaria/31-b-2023-206347149

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Colóquio «Família, Inclusão»

A Delegação Distrital de Évora da APD vai realizar, no próximo sábado, dia 21 de Janeiro, o Colóquio «Família, Inclusão». A iniciativa decorrerá nas instalações da União de Freguesias de Estremoz, pelas 14h30.

Neste tempo que vivemos, o retrocesso inclusivo reclama e exige novas e intensas lutas, pelo que é necessário reforçar a actividade da APD, pela evolução da inclusão.

Contamos com a vossa participação!

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Campanha Solidária – Natal Sobre Rodas

A Associação Portuguesa de Deficientes é uma Organização Não-Governamental que defende os direitos humanos das pessoas com deficiência. Tem uma escola de desporto adaptado com 160 atletas que integram modalidades de basquetebol e atletismo em cadeira de rodas, ténis de mesa com e sem cadeira de rodas, entre outras. Possuímos um projeto inspirador, inovador e extremamente motivacional na área do desporto adaptado em Portugal, que consideramos uma das formas mais eficazes de integração.

Para dar continuidade a este trabalho e construir uma sociedade mais inclusiva e solidária, temos em curso a aquisição de uma viatura de 9 lugares, para substituir a actual, já com quase 20 anos, desconfortável, barulhenta, está obsoleta e desajustada as nossas necessidades. A nova viatura será um apoio essencial na deslocação dos nossos atletas, mas será também um meio imprescindível para garantir o transporte dos nossos associados que carecem de meios.

Esta nova viatura terá que ser completamente transformada para ser adaptada ao transporte de cadeira de rodas, com instalação de uma plataforma elevatória. O valor desta transformação ronda os 20.0000€, pelo que todo o apoio financeiro que possa ser disponibilizado irá contribuir para a nossa atividade regular e beneficiar todas as pessoas com deficiência que se dirijam à Associação.
Esperamos poder contar com o vosso gesto solidário, contribuindo para esta causa.

As contribuições podem ser feitas por transferência bancária para o IBAN: PT50 0035 0675 00032886430 81 ou através de MBWAY para o número de telemóvel: 932 653 010, com a referência NATAL SOBRE RODAS, e envio do comprovativo para info-sede@apd.org.pt 

Video de apresentação: https://community.esolidar.com/pt/crowdfunding/detail/199-natal-sobre-rodas

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A APD analisou o Orçamento de Estado para 2023

A APD-Associação Portuguesa de Deficientes  analisou o Orçamento de Estado para 2023 e no que às políticas para a salvaguarda dos direitos das pessoas com deficiência diz respeito, considera que há sérias questões que continuam por responder. Considerando a fase de discussão que se encontra patente, tomámos a liberdade de remeter aos Grupos Parlamentares na Assembleia da República os nossos contributos, por forma a defender os interesses das pessoas com deficiência.

Orçamento de Estado 2023

Produtos de Apoio

O Decreto-Lei 93/2009, de 16 de Abril, alterado pelo Decreto-Lei 42/2011, de 23 de Março, criou o Sistema de Atribuição de Produtos de Apoio (SAPA) a pessoas com deficiência e a pessoas com incapacidade temporária.

O art.º 5 do Decreto-Lei 93/2009, não alterado pelo Decreto-Lei 42/2011, determina a  “Atribuição de forma gratuita e universal de produtos de apoio”. Por sua vez, o art.º 11 da mesma legislação determina que “o montante das verbas destinadas ao financiamento dos produtos de apoio é fixado, anualmente, por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, da segurança social, da saúde e da educação”.

Acontece que, sistematicamente, ano após ano, este Despacho conjunto só é efetivado em Dezembro de cada ano, embora com efeito retroactivo a 1 de Janeiro desse mesmo ano.

Naturalmente, esta má prática tem efeitos nefastos que penalizam as pessoas com deficiência, porque as entidades financiadoras carecem de informação e dos meios necessários para darem resposta atempada às pessoas que necessitam dos produtos de apoio, com consequências altamente lesivas para a saúde, o bem-estar e a inclusão das pessoas com deficiência. Trata-se, pois, de uma prática que viola o princípio da não discriminação, nos termos da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.

Acresce, que esta prática conduz à irracionalidade de simultaneamente haver pessoas com deficiência sem atribuição de produtos de apoio e sobrar dinheiro do montante das verbas inscritas no Despacho conjunto. Esta é uma ocorrência anual, pelo menos desde 2015, conforme estudo do Observatório da Deficiência e dos Direitos Humanos, sobre Pessoas com Deficiência, em Portugal, Indicadores de Direitos Humanos, 2021.

Pelo exposto, entende a Associação Portuguesa de Deficientes (APD) que urge alterar o sistema de orçamentação do financiamento do SAPA, para que seja conhecido desde a aprovação do Orçamento de Estado.

Nesse sentido, a APD solicita aos Senhores Deputados que façam inscrever no Orçamento de Estado para 2023 o montante das verbas destinadas ao financiamento do SAPA, de forma clara e transparente.

 

PSI – Prestação Social para a Inclusão

A criação da Prestação Social para a Inclusão (PSI), pelo Decreto-Lei 126-A/2017 de 6 de Outubro, correspondeu à necessidade de compensar as pessoas com deficiência pelo défice de inclusão de que a sociedade é responsável por não lhes garantir os Direitos Humanos consagrados pela Convenção da ONU para as Pessoas com Deficiência, ratificada por Portugal em 2009. De acordo com este princípio, todas as pessoas com deficiência deveriam ter direito a essa prestação, independentemente dos respetivos rendimentos pessoais ou familiares.

Infelizmente, não foi o que aconteceu. No que concerne a componente base, só as pessoas com um grau de incapacidade igual ou superior a 80% não são penalizadas em função dos respetivos rendimentos pessoais e a atribuição do complemento depende dos rendimentos do agregado familiar, independentemente do grau de incapacidade da pessoa com deficiência.

Numa perspectiva de equidade social, tais restrições poderiam ser consideradas razoáveis, se o valor dos montantes estipulados para a componente base e para o complemento não fossem irrisórios.

O valor mensal da componente base começou por ser de 269,08 euros e, desde Outubro de 2020, é de 275,3 euros. Quanto ao complemento foi estipulado um limiar máximo de rendimento mensal familiar, atualmente estabelecido em 443,28 euros.

Naturalmente, numa altura em que a inflação aumenta (o Banco de Portugal anunciou que em Setembro de 2022 a taxa de inflação era já de 9,8%) degradam-se as condições de vida das pessoas com deficiência. 

Neste quadro, a Associação Portuguesa de Deficientes (APD) considera insuficiente o aumento de 8% para a componente base da PSI, e apela aos Senhores Deputados para que proponham e aprovem um aumento da PSI de pelo menos 10%, no Orçamento de Estado de 2023.

 

Apoio às Associações de Pessoas com Deficientes – ONGPD

A inclusão plena e harmoniosa das pessoas com deficiência na sociedade não é possível sem que essas pessoas possam usufruir das liberdades fundamentais de forma a poderem participar no desenvolvimento humano, social e económico dessa sociedade.

Sabemos, contudo, que esse ganho civilizacional é árduo e exige uma permanente vigilância no combate às discriminações objetivas e subjetivas de que são alvo as pessoas com deficiência. Por isso, as pessoas com deficiência criaram as suas associações. Sem elas, as pessoas com deficiência dificilmente teriam a oportunidade de estar ativamente envolvidas nos processos de tomada de decisão sobre políticas e programas, incluindo aqueles que lhes dizem diretamente respeito.

As Associações de Pessoas com Deficiência desempenham, pois, um papel imprescindível num sistema democrático porque dão corpo ao lema “nada sobre nós, sem nós”, consagrado pela Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência, e porque coadjuvam os decisores e executores das políticas públicas para a inclusão.

É o reconhecimento deste papel imprescindível das Associações de pessoas com deficiência que justifica o apoio governamental ao seu funcionamento, através da atribuição anual de um determinado montante de financiamento. Esta atribuição é efetuada pelo INR, Instituto Nacional de Reabilitação, nos termos do Regulamento n.º1026/2020, de 18 de novembro.

Infelizmente, a dotação orçamental para esse apoio tem demonstrado ser insuficiente para o cumprimento da missão das Associações, classificadas como ONGPD (Organizações não-Governamentais das Pessoas com Deficiência).

Em 2022, a dotação orçamental para o apoio ao funcionamento das ONGPD foi de 1,4 milhões de euros, correspondendo a um aumento de 4,48% relativamente a 2021. Contudo, como simultaneamente houve um aumento do número de ONGPD, o apoio médio por Associação diminuiu de 5,32%.

Esta realidade, no atual contexto marcado por uma crescente inflação e subsequente aumento das necessidades de apoio às pessoas com deficiência já muito fragilizadas pelos custos materiais e psicológicos provocados pela pandemia do COVID19, cria enormes dificuldades à capacidade das Associações para cumprirem a sua missão no apoio às pessoas com deficiência.

 

Consequentemente, a Associação Portuguesa de Deficientes, APD, solicita aos Senhores Deputados que seja atribuído um aumento de 10% para a dotação orçamental de apoio ao funcionamento das ONGPD no quadro do Orçamento de Estado para 2023.

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Inquérito – Projeto (In)Formar e (Des)Envolver para Incluir

No âmbito do seu Projeto (In)Formar e (Des)Envolver para Incluir, a FPDD – Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência criou um conjunto de inquéritos visando o levantamento de necessidades e interesses na prática desportiva para Pessoas com Deficiência e Incapacidade (PcDI), por forma a definir os locais alvo para o desenvolvimento de programas desportivos nesta área.

Assim, foram criados 3 inquéritos distintos em Google Forms, destinados a:

Agradecemos a colaboração no preenchimento dos inquéritos, através dos links, de acordo com a categoria onde se enquadram. 

Solicitamos que os inquéritos sejam respondidos até ao dia 30 de abril de 2022.

O Projeto (In)Formar e (Des)Envolver para Incluir é cofinanciado pelo INR,I.P. e pelo IPDJ,I.P.

Manuela Palma
Departamento de Recursos Humanos, Administração, Finanças e Qualidade

Rua Presidente Samora Machel, Lote 7 r/c d.to
2620 – 061 Olival Basto – Portugal

Telf.: + 351 21 937 99 50   TM: +351 932379959
manuela.palma@fpdd.org | www.fpdd.org

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O uso de espaços verdes na cidade de Lisboa por pessoas com 65 anos

Inês Almeida do Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento  da Universidade Lusófona, está a realizar o doutoramento em Urbanismo na Universidade Lusófona. Este projeto tem como objetivo geral a compreensão da associação entre o bem-estar das pessoas idosas com mais de 65 anos, residentes na cidade de Lisboa e o uso de espaços verdes públicos. 

Nesse contexto, a opinião das pessoas idosas residentes em Lisboa, frequentadoras de espaços verdes públicos deve ser ouvida.

A recolha de dados será feita, numa primeira fase, através da resposta a um questionário anónimo (duração de preenchimento de aproximadamente 15 minutos).

Face à situação pandémica o questionário será disponibilizado online, através da seguinte hiperligação:

https://ulusofona.qualtrics.com/jfe/form/SV_2bDHvhJ7J3MqN7w 

 

Para mais esclarecimentos, poderá contatar:
Inês Almeida
Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento
CIDATE: A Ciência Cidadã na apropriação e compreensão do Território
Universidade Lusófona
Campo Grande, 376
1749-024 Lisboa – Portugal
ines.almeida@ulusofona.pt 

www.ceied.ulusofona.pt
www.ulusofona.pt