A Associação Portuguesa de Deficientes celebrou um protocolo de parceria com a Misericórdias Saúde, disponibilizando aos seus associados um plano de saúde com condições especiais.
A Associação Portuguesa de Deficientes celebrou um protocolo de parceria com a Misericórdias Saúde, disponibilizando aos seus associados um plano de saúde com condições especiais.
A APD foi solicitada para dar contributos para a revisão da ENIPD – Estratégia Nacional para a Inclusão de Pessoas com Deficiência, com vista à implementação de uma nova Estratégia para 2026-30.
Contributos da APD para a Revisão da ENIPD (PDF)
Estratégia Nacional para a Inclusão das Pessoas com Deficiência 2026-2030
Contributos
Ponto Prévio – lições a retirar do falhanço da ENDIP 2021-2025
Para preparar a elaboração da ENIPD 2026-2030 é primeiro necessário avaliar a ENIPD 2021-2025 e evidenciar o que não correu bem, para que a futura estratégia seja mais efetiva.
Fazendo uma análise retrospetiva relativamente à ENIPD 2021-2025, deve referir-se que desde o início, a APD apontou como críticas questões relacionadas com a operacionalização da estratégia, a saber:
Face a estas críticas, entende a APD que a implementação de uma nova estratégia esteja assegurada por uma orçamentação assente no planeamento rigoroso das ações a desenvolver, planeamento que deve incluir a identificação dos recursos necessários e das entidades com funções de coordenação das tarefas a executar.
Construção da nova estratégia – algumas recomendações
A construção de uma estratégia nacional deve orientar-se pela identificação de áreas prioritárias e da correlação entre elas, à semelhança da Estratégia para a Deficiência do Conselho Europeu 2021-2030. Essas áreas encontram-se identificadas há muito tempo, pelas pessoas com deficiência e suas Organizações representativas.
Após a definição das áreas prioritárias devem ser definidas medidas em vários níveis com metas temporais, devidamente orçamentadas, para que as várias partes envolvidas cumpram os níveis definidos e evoluam em tempos semelhantes para a execução da ENIPD, tal como sugere o Parlamento Europeu através da Resolução do Parlamento Europeu, de 18 de junho de 2020, sobre a Estratégia Europeia para a Deficiência pós-2020, Ponto 5., onde solicita à Comissão, uma Estratégia abrangente, ambiciosa e a longo prazo, onde se destacam algumas considerações:
“a) inclua domínios prioritários claramente designados, que abranjam todas as disposições da CDPD e reflitam os comentários gerais do Comité CDPD, incluindo definições dos termos principais, em particular, uma definição de «deficiência» comum a toda a UE, em todos os domínios da política da UE e que tenha em conta as observações finais do Comité CDPD dirigidas à UE, aprovadas em 2015;
b) contenha objetivos ambiciosos, claros e mensuráveis, incluindo uma lista das ações projetadas, com prazos claros e recursos atribuídos nos seguintes domínios temáticos: igualdade, participação, livre circulação e vida independente, acessibilidade, emprego e formação, educação e cultura, pobreza e exclusão social, ação externa, proteção contra a violência e o abuso, integração da deficiência e da sensibilização nas políticas;
c) contenha calendários de execução e prazos definidos;
d) reflita a diversidade das pessoas com deficiência e respetivas necessidades, nomeadamente através de ações específicas;
e) integre os direitos de todas as pessoas com deficiência em todas as políticas e em todos os domínios;
f) reconheça e aborde as múltiplas formas intersetoriais de discriminação de que as pessoas com deficiência podem ser alvo;”
A ENIPD 2026-2030 deve assentar em objetivos específicos, tendo em consideração a legislação. No que concerne à operacionalidade das medidas para atingir os objetivos, deve prever-se ações de fiscalização para avaliar o seu cumprimento efetivo. Acresce que a orçamentação deve não apenas considerar a previsão de custos com a execução da ENIPD de forma global, nos 5 anos, mas a orçamentação anual para a sua execução.
A nova estratégia não poderá prosseguir apenas com as medidas que ficaram por cumprir, uma vez que a taxa de execução se encontra muito abaixo dos 50%.
No que aos eixos estratégicos diz respeito, considera a APD que a orientação e definição dos eixos deve começar por assegurar a verificação do universo de pessoas com deficiência em Portugal. Relativamente aos Eixos Estratégicos consideramos essenciais os seguintes: a acessibilidade, a educação, o trabalho, a reabilitação, a autorrepresentação, autonomia, a saúde, os serviços e apoios sociais.
Medidas a considerar no âmbito dos Eixos de Ação Prioritários:
Acessibilidade:
Produtos de Apoio:
Os produtos de apoio são imprescindíveis para a vida das pessoas com deficiência e, num sistema que se pretende rápido, universal e gratuito, verificamos que são inúmeras as dificuldades no acesso a estes equipamentos e produtos. Retrato disso, é o relatório “Sistema de Atribuição de Produtos de Apoio (SAPA)”, divulgado em dezembro de 2024, pelo Provedor de Justiça, que apresenta diversas recomendações, subscritas pela APD das quais se destacam:
Complementarmente a estas medidas propostas, consideramos que deve ser criado um ponto de atendimento único ao cidadão independentemente da entidade que irá financiar o produto de apoio. Poder-se-á realizar um modelo-piloto de funcionamento onde, o sistema presta o melhor serviço ao cidadão, sem colocar entraves entre entidades financiadoras e prescritoras. Para além disso, funcionar numa base de dados única;
Acresce ainda referir que devem ser revistas todas as normas de atribuição de produtos de apoio das entidades financiadoras com o objetivo de uniformizar o sistema;
Qualidade de vida digna e vida autónoma:
A ENIPD 2026-2030 deve promover a qualidade de vida digna e vida autónoma, através de melhorias em matéria de autonomia e inclusão na comunidade, para permitir que as pessoas com deficiência vivam em habitações acessíveis, garantindo o acesso ao meio envolvente, e apoiadas em redes comunitárias, ou continuem a viver em casa (incluindo regimes de assistência pessoal). O que de facto é o pretendido, pois pretende-se aplicar boas práticas de desinstitucionalização e em simultâneo promover e garantir o financiamento de habitação social acessível e inclusiva.
Competências e qualificações:
Dispor das competências e qualificações adequadas é uma condição prévia para aceder ao mercado de trabalho e nele progredir com sucesso, isto exige estratégias nacionais em matéria de competências que incluam também as necessidades específicas das pessoas com deficiência.
Trabalho e Emprego:
Orientações e apoios à aprendizagem mútua sobre o reforço das capacidades dos serviços de emprego e de integração, promovendo perspetivas de contratação através de ações positivas e combatendo os estereótipos, assegurando adaptações razoáveis, garantindo a saúde e a segurança no trabalho e regimes de reabilitação profissional em caso de doenças crónicas ou acidentes, explorando empregos de qualidade em empregos protegidos e percursos para o mercado de trabalho aberto.
Sistemas de proteção social:
No que diz respeito à proteção social, é necessário definir medidas para continuar a colmatar lacunas na proteção social das pessoas com deficiência no intuito de reduzir as desigualdades, designadamente mediante a compensação dos custos acrescidos relacionados com a deficiência e a elegibilidade das prestações por deficiência. O valor atribuído para as prestações sociais, fica muito abaixo do limiar da pobreza (591,25€), veja-se a Prestação Social para a Inclusão nos atuais 316,33€.
Igualdade de acesso e não discriminação:
A Estratégia deve reforçar a igualdade de participação e a não discriminação, ou seja, as pessoas com deficiência têm direito à igualdade de oportunidades e a não serem alvo de discriminação e violência. Incluir ações sobre o acesso à justiça e aos cuidados de saúde, bem como medidas destinadas a reforçar a participação dessas pessoas nas artes e na cultura, nas atividades recreativas, no lazer, no desporto e no turismo.
Educação inclusiva e acessível:
As pessoas com deficiência têm o direito de participar em todos os níveis e formas de ensino, incluindo a educação e o acolhimento na primeira infância, em condições de igualdade com as demais pessoas. As instituições de ensino e a legislação pertinente devem proporcionar as condições para uma abordagem inclusiva.
É essencial desenvolver os respetivos sistemas de formação de professores. Face à escassez de professores de educação especial propomos que se implemente um plano de ação que incentive à formação de um maior número de professores de educação especial. Consideramos, também, fundamental desenvolver as competências de todos os profissionais do ensino para gerir a diversidade na sala de aula e implementar uma educação inclusiva e apoiar esforços acrescidos para implementar o plano de ação sobre o apoio educativo e a educação inclusiva, centrando-se na acessibilidade e em adaptações razoáveis, na adaptação dos programas curriculares às necessidades dos alunos com deficiência (por exemplo, certificados de conclusão alternativos que permitam a continuação do ensino a nível nacional) e na oferta de cursos de formação para professores no domínio da educação inclusiva. Continuam a faltar muitos docentes de educação especial indispensáveis para garantir uma educação efetivamente inclusiva. Acreditamos que uma equipa multidisciplinar por escola faria toda a diferença.
Em relação à Intervenção Precoce na Infância, nem todos os AE/ENA referiram a existência desta resposta porque os respetivos docentes estão adstritos, apenas, às chamadas escolas de referência.
É urgente um investimento adequado na Educação e, neste domínio, mais do que palavras de boas intenções, a dotação das escolas com os recursos que são necessários para que a educação inclusiva seja uma realidade. Neste caso, o investimento deverá ser, principalmente, em recursos humanos.
Saúde:
As pessoas com deficiência têm direito a cuidados de saúde de elevada qualidade, incluindo serviços de reabilitação e prevenção no domínio da saúde.
Os cuidados de saúde são muitas vezes demasiado caros, em locais que obrigam a deslocações demasiado longas, não são acessíveis ou estão sujeitos a longas listas de espera.
Acesso à arte e à cultura, ao lazer, ao desporto e ao turismo:
A acessibilidade e a inclusividade das artes e da cultura, do desporto, das atividades de lazer e recreativas e do turismo são essenciais para a plena participação na sociedade. O turismo acessível às pessoas com deficiência é fundamental para apoiar a participação e o desenvolvimento socioeconómico.
Desporto:
A APD considera que o desporto é uma forma de integração na sociedade e contribui para um bem-estar físico e emocional na recuperação e reabilitação das pessoas com deficiência. Como tal, deverá ser um eixo estratégico, definindo objetivos gerais e objetivos específicos a concretizar para a área do desporto inclusivo.
Associativismo:
As Associações de Pessoas com Deficiência desempenham, um papel imprescindível num sistema democrático porque dão corpo ao lema “nada sobre nós, sem nós”, consagrado pela Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência, e porque coadjuvam os decisores e executores das políticas públicas para a inclusão.
As ONGPD têm vindo a assumir um importante papel na sociedade portuguesa, em que assumem a representatividade das pessoas com deficiência e suas famílias.
Para melhor entender este trabalho, consideramos pertinente um levantamento sobre as ONGPD em Portugal, com o objetivo de conhecer a realidade destas organizações, as dificuldades financeiras que enfrentam para desenvolver os vários projetos e as ações que desenvolvem em prol das pessoas com deficiência.
Lisboa, 31 de janeiro de 2025
No passado mês de dezembro, a Provedoria da Justiça divulgou o Relatório, que apresentou à Assembleia da República, sobre Sistemas de Atribuição de Produtos de Apoio (SAPA). O Relatório assenta num cuidadoso e aprofundado estudo que identifica os principais problemas estruturais que põem em causa o acesso ao SAPA e, subsequentemente, a elaboração de um conjunto de recomendações para a resolução desses problemas. No âmbito da recolha de informação, a Provedoria ouviu e reuniu com a APD e outras Associações de Pessoas com Deficiência.
No final do Relatório, são apresentadas uma série de recomendações bastante abrangentes que incluem a necessidade de revisão do SAPA de forma a agilizar e simplificar o processo de atribuição dos produtos de apoio, garantindo o alargamento da sua efetiva aplicação e a disponibilização em tempo útil dos produtos.
Pode ler o Relatório na íntegra no seguinte endereço: https://www.provedor-jus.pt/documentos/relatorio-sobre-o-sistema-de-atribuicao-de-produtos-de-apoio-sapa/
A APD, em conjunto com a Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa, realizou uma Tribuna Pública por melhores acessibilidades, por melhores transportes. A iniciativa teve lugar na passada sexta-feira, no Cais do Sodré, em Lisboa, para reivindicar o direito de todas as pessoas à mobilidade. A intervenção por parte da APD esteve a cargo de Helena Rato, Vice-Presidente da Direção Nacional.
Muito embora exista legislação referente à acessibilidade, e normas técnicas para se construir e desenhar para todos, certo é que ainda existe muito por cumprir no que diz respeito à acessibilidade nos transportes públicos.
Fruto de opções políticas, não faltam infraestruturas sem condições de acessibilidade. Na área dos transportes este problema sente-se de vários modos.
Os transportes, sejam eles ferroviários, rodoviários ou marítimos, devem assegurar o acesso livre, desimpedido, informado e em segurança, bem como a sua acomodação e circulação no interior.
Na cidade de Lisboa, o Metro é um caso flagrante, quando em pleno século XXI continuam a existir muitas estações sem elevador, mas o problema estende-se aos restantes meios de transporte. Sendo esta a limitação mais óbvia, a verdade é que não é só de elevadores que se deve falar. Importa referir, também, as constantes avarias de escadas rolantes, que com frequência tardam em ser reparadas, a distância entre a plataforma e a carruagem, demasiado grande para que possa ser transposta com segurança, a falta de acessibilidade nas estações com ligação a outros meios de transporte, como acontece na articulação com o comboio na estação dos Restauradores, ou a falta de informação em vários formatos, para que seja acessível a todos. Enfim, os problemas de acessibilidade são vários.
Estas limitações afetam não só os utentes que andam de cadeira de rodas, mas também os utentes que transportam um carrinho de bebé, os utentes com deficiência visual, aqueles que já têm dificuldades em caminhar, e até mesmo qualquer utente que se veja confrontado com a necessidade de subir uma escadaria gigante como as que existem em algumas estações de Metro mais profundas.
A mobilidade é um direito fundamental. É necessário investir na modernização das infraestruturas públicas e respeitar as normas técnicas para a acessibilidade. O Metro e os transportes públicos devem ser para todos, como para todos deve ser o nosso país.






Considerando que a proposta de Orçamento de Estado para 2025 está muito aquém das necessidades, a APD enviou às Senhoras e Senhores Deputados da Assembleia da República um conjunto de propostas sobre matérias prementes que condicionam a capacidade de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade portuguesa.
REIVINDICAÇÕES DA APD PARA O ORÇAMENTO DE ESTADO 2025:
INTRODUÇÃO
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD) tem por missão defender os direitos humanos das pessoas com deficiência, visando a sua plena inclusão na sociedade. O Orçamento de Estado é um instrumento vital para a prossecução desse objetivo. A proposta governamental de Orçamento de Estado para 2025 está muito aquém das necessidades. As duas grandes medidas da proposta, a saber, Preparação da Lei de Bases da Deficiência e Revisão da Estratégia para a Inclusão das Pessoas com Deficiência, a serem concretizadas no espaço temporal de vigência do Orçamento, pela própria definição semântica, são instrumentos para delinear futuras políticas. Assim, à semelhança dos anos anteriores, a APD apresenta às Senhoras e Senhores Deputados da Assembleia da República um conjunto de propostas sobre matérias prementes que condicionam a capacidade de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade portuguesa.
PROPOSTAS
ENIPD
Segurança Social – Prestações Sociais
Fiscalidade
Educação
Emprego
Saúde
Produtos de apoio
Habitação
Mobilidade e Transportes
Acessibilidade
Desporto
Associativismo
Lisboa, 21 de outubro de 2024
O Secretariado Executivo da APD
A APD esteve presente no 29º Encontro Nacional da CNOD, que decorreu no dia 26 de outubro, em Viseu, sob o lema «Em luta por uma sociedade Inclusiva».
Este Encontro foi um espaço de análise da realidade que afeta as pessoas com deficiência, mas também um momento de contacto entre as organizações que trabalham nesta área, permitindo a partilha e troca de experiências, com vista a melhorar o trabalho desempenhado por todos na luta pela concretização dos direitos das pessoas com deficiência.
Intervenções da APD:
Onde estão as pessoas com deficiência no OE25?
Gabinete (IN)tegra: Perspetiva e desafios sobre a empregabilidade das pessoas com deficiência
Os direitos das mulheres com deficiência
Atestado Multiuso: os atrasos na sua atribuição e o impacto disso na vida das pessoas com deficiência





Artigo de Rita Batista, Técnica de Acessibilidade da APD, publicado na Revista Elevare, revista técnica de elevadores e movimentação de cargas, sobre acessibilidade como um direito.
A acessibilidade é um direito e um dever fundamental para uma participação cívica plena, para uma inclusão verdadeira das pessoas com deficiência na comunidade. O desenvolvimento de um país está diretamente relacionado com as políticas utilizadas na defesa dos direitos das crianças, idosos e pessoas com deficiência.
A APD recebeu na sua sede, em Lisboa, Lázaro Barbosa, representante da PNOPDDI – Plataforma Nacional das Organizações de Pessoas com Deficiência para Desenvolvimento Inclusivo (Guiné-Bissau). Esta reunião teve como objetivo a troca de experiências e informações em matéria da defesa dos direitos das pessoas com deficiência e a promoção da inclusão. Dela resultou o compromisso de cooperação entre as duas organizações.
Decorreu, nos dias 28 e 29 de setembro, no Pavilhão Municipal do Casal Vistoso, em Lisboa, o 23º Torneio Internacional de Lisboa de Basquetebol em Cadeira de Rodas.
Participaram no Torneio a equipa organizadora – APD-Lisboa, o Campeão Nacional – APD Braga, e duas equipas espanholas – CP Mideba e Basketmi Ferrol.
A classificação do Torneio foi a seguinte:
1º lugar – CP Mideba
2º lugar – APD Braga
3º lugar – Basketmi Ferrol
4º Lugar – APD Lisboa
Este Torneio foi, uma vez mais, um grande acontecimento desportivo, sendo o último momento preparativo das equipas, antes do começo das provas oficiais, assinalado pela disputa da Supertaça, a 13 de Outubro, em Famalicão, entre APD Braga e BCG/Hosp. Sta. Maria – Porto.
Agradecemos a todos os atletas envolvidos, treinadores, equipa de arbitragem, voluntários, dirigentes, trabalhadores da APD e patrocinadores, pelo êxito de mais uma edição do Torneio, que se tornou, ao longo de 23 anos, uma forma de inspiração capaz de transformar vidas, para além da necessária sensibilização da população para as potencialidades do desporto praticado pelas pessoas com deficiência.